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Esotérico

Como controlar o ego, fonte de tanta infelicidade

AGNews / PurePeople
9 nov 2016
12h23
atualizado às 12h26
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Ah, o Ego (insisto em grafar com Maiúscula)! Que trabalhoso. Nunca satisfeito, sempre querendo mais vitórias incríveis, compras caríssimas, experiências inesquecíveis. Sempre aquele apetite insaciável, aquele buraco.

Seu grande poder ocupa parte e energia tão importantes em nossas vidas que chega a impressionar. Impondo medir nossa jornada com base na riqueza, na aparência, nas conquistas materiais, ele, compulsivo, obriga-nos a constantemente nos comparar aos outros, envenenando com queixas e ressentimentos (próprios e alheios).

Vejo no amadurecimento da Espiritualidade (outro “é” maiúsculo, para contrabalancear) uma estratégia para enfrentar as tempestades do Ego, possibilidade de apaziguar a mente, escapar de infelicidades, deixar de trabalhar contra nós mesmos, ampliar os estados de tranquilidade; em resumo, nos colocar em paz.

A Espiritualidade organiza nossas vidas como elas realmente deveriam ser: governadas pela felicidade e não pela insistente voz do Ego, perseverante dentro de nossas cabeças, berrando o dia inteiro coisas negativas, julgando destrutivamente desde quando acordamos até quando queremos dormir (isso quando ela, voz espiral, incansável, permite).

Assim, permitam-me um conselho: avanço importante é rebaixar o Ego, cuidar dele como na churrasqueira se cuida do carvão, das brasas, das chamas. Seus desagradáveis jorros de energia psíquica negativa, não solicitados, geram péssimos resultados. Não é fácil, mas podem (podem e devem) ser controlados.

Como? Fique firme no Presente. Não deixe que a obsessão com o Passado e o Futuro interfira no Agora. Compreensão número um: é péssimo ficar refém de falsas nostalgias por momentos do Passado. Provavelmente (de verdade) no momento recordado como dourado estávamos comprometendo seu aproveitamento já que ruminávamos sobre algum momento anterior (também ele falsamente ideal).

Compreensão número dois: o mesmo em relação ao Futuro. Que desgaste fantasiar sobre como desejamos viver e, ao chegar ali, empurrar os pensamentos para mais longe, fantasiando outros desdobramentos de vida.

Esse puxa-puxa entre Passado e Futuro só amplia o poder do Ego. Fincar a vida no Presente é a solução, valoriza a única coisa que importa, a Exatidão do Momento, liberdade e acesso à felicidade.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui

Fonte: Especial para Terra

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