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Esotérico

Colecionar espanta o estresse e nos conecta com o mundo

romrodinka / iStock
5 fev 2018
13h44
atualizado às 13h44
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Início de ano, hora de faxinar e arrumar. Aproveito para organizar um pouco minha coleção, que pode até ser pequena, mas carrega enorme significado. Gosto de coleções: movem, com forte sentido simbólico, paixão, prazer e alegria. Muita gente se apaixona por selos ou moedas, outros admiram flores ressecadas; há o time das tentadoras garrafas de vinho ou espumante, a turma dos CDs e DVDs (hoje, em geral, já digitalizados, embora ainda sobrevivam os LPs), os fanáticos por livros, bolsas, perfumes, sapatos, figurinhas, souvenires diversos.

Apreciar, valorizar, colecionar, é forma positiva de nos mantermos conectados com o mundo ao redor. Entretém e permite empregar parcela de tempo de maneira proveitosa, em atividade que nos encanta, espanta o estresse e cria recompensas importantes para nossa interioridade.

Eu também tenho minha preferência, e não foi escolhida por acaso, aleatoriamente. Trata-se de um mimo que me alucina pelo seu caráter terno, cheio de beleza e graça. Gosto bastante daquelas caixinhas (geralmente de porcelana, algumas de metal ou mesmo de madeira) que funcionam também como objeto de decoração.

Pequenas são delicadas, maiores são imponentes, como uma joia, um ovo da Fabergè. Tenho dezenas delas, algumas, as mais queridas, presenteadas por parentes ou amigos, sou apaixonada demais pelas que tenho, pelas muitas outras que quero ter e até pelas que nunca vi, nem sei como são, mas só de pensar... Já gosto delas também!

Caixinhas existem muitas: formas, tamanhos, pinturas, detalhes. Uma diferente da outra, com sua identidade, sua singularidade. Elas estão associadas, na minha compreensão das coisas, às almas com as quais tenho trabalhado nesses anos de atividade esotérica.

Como as caixinhas que recolho e coleciono, já encontrei almas esféricas, cúbicas, menores, maiores, mais discretas, mais rebuscadas, rococós. Frágeis ou resistentes, Fáceis de abrir ou difííííceis. Não é à toa que o ditado popular diz: “o ser humano é uma caixinha de surpresas”.

Escolha uma coleção para entreter os vazios e ócios da vida, uma paixão — mais linda quanto mais delicada e menor for — discreta, plácida. Poucas peças que contenham história, despertem memórias, remetam a experiências fortes, aventuras do humano. Comece modestamente, não exija muito, espere e veja que ela se tornará, como costuma acontecer com as melhores coisas da vida, vocação eficaz, forte possibilidade de felicidade.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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Fonte: Marina Gold

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