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Esotérico

Almas antagônicas: opostas, geram dramas e discórdia

g-stockstudio / iStock
8 fev 2018
12h37
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Almas antagônicas, o oposto das almas gêmeas, geram verdadeiros dramas: ondas de intranquilidade, discórdia, conflito. Uma quer ir, outra quer ficar e, se, por acaso, a outra aceita ir, ato contínuo, a antes interessada, muda de ideia e decide, resoluta ficar.

As menores coisas da vida parecem trabalhosas, como se a caminhada não fosse em pleno ar atmosférico, e sim dentro de uma gelatina gigante, grudenta e turva. Difícil para cá, difícil para lá; difícil subir e descer; difícil pegar e largar. Cada escolha, mesmo corriqueira, pesa.

“Ah! você decidiu assim, preferia o inverso”. “Eh! mas foi você mesmo que acabou de dizer para eu escolher”. “Ih, tinha certeza que seria outra a tua opção”. “Oh! você sabe que gosto desta maneira”. “Uh! tava crente que você pensaria um pouco mais em mim”.

Entre “ahs” e “uhs” seguem, até na hora de escolher uma simples pasta de dentes na gôndola do supermercado, cruel valsa desacertada, dança macabra de zumbis alquebrados, cacofônica e tormentosa. Jogos de empurra, chantagem, desilusão, sofrimento e culpa.

Atendi tantos relacionamentos assim. Namoros e casamentos, relações de trabalho ou familiares, situações aprisionadoras em que as pessoas não caminham normalmente, são obrigadas a arrastar uma bola atada aos pés, uma algema prendendo os braços, uma coleira esganando o pescoço.

Caminhar em conjunto, sincronizando passos lado a lado, em condições normais, já requer boa vontade, energia, doação. Dividir a jornada com uma alma antagônica, pior, fatiga, exaure, destrói. No plano já é desgastante, em rampa de subida, acentuada, que não acaba nunca, desalenta.

Muitas vezes acolhi tal problema. Em certos casos o desespero chegava a ser quase palpável. Mistura de más sensações, vazio, desânimo, padecimento. São chaves sem porta – inúteis, desnecessárias, vagando sem cumprirem sua utilidade. São portas sem chave – travadas, bloqueadas, aprisionando qualquer coisa que queira passar.

Há solução? Sim. Auxílio espiritual costuma ser bastante efetivo diante do que chamo (numa terminologia inventada por mim) de Complexo de Inconvivência. Alivia o fardo, aplaca a dor, abre caminhos de libertação.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

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Fonte: Marina Gold

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