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Deu match: a história de amor que envolve muita comida boa

Hoje vocês vão saber mais sobre uma das nossas redatoras: como ela deu match com o namorado. Uma história cheia de comidas e receitas deliciosas!

10 ago 2018
11h48
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Meu nome é Isabela e eu sou redatora aqui do blog do TudoGostoso. Você, meu caro leitor, já deve ter lido algumas matérias que escrevi (espero!). Meu chefe e editor do blog, Daniel, pediu que eu escrevesse um pouco sobre o meu relacionamento. Você deve estar se perguntando o que isso tem a ver com comida, não é mesmo? Eu explico: eu e meu mozão gostamos MUITO de cozinhar. Mas, principalmente, gostamos de comer. Hoje vou contar para vocês como esse amor deu match. Confiram!

Coração feito com farinha e itens de confeitaria
Coração feito com farinha e itens de confeitaria
Foto: Shutterstock / TudoGostoso

Deu match: comida boa e um amor para a vida inteira

Tudo começou lá nos primórdios de 2014, quando eu tinha apenas 20 anos. Foi quando teve a alta dos aplicativos de relacionamento, mais precisamente o Tinder. Todos os meus amigos estavam lá. Até meu irmão já tinha aparecido para mim (imaginem a vergonha). Entre um like e outro, um match e outro, eu saí com algumas pessoas, mas ninguém me cativou de verdade.

O problema é que eu sou romântica e não desisto nunca (bem brasileira, sim). Eu já tinha perdido as esperanças (e a paciência, para ser franca) de conhecer um cara legal nos lugares que eu frequentava. Esse negócio dos filmes de que você vai conhecer o amor da sua vida na fila do supermercado ou no bar perto da faculdade é a maior balela. No bar perto da minha faculdade só tinha gente bêbada mesmo. Então só me restava o Tinder: era possível conversar com a pessoa antes e se a conversa não me agradasse, eu podia apenas não responder. É assim que funciona na era digital: você não é obrigado a nada!

Um dia apareceu um match com um menino chamado Carlos Magno. Um tal estudante de direito, que gostava de umas bandinhas de punk. Tínhamos só uma amiga em comum, uma conhecida com a qual eu viajei há muitos anos. Porém, por que não dar uma chance? O menino era uma gracinha e tinha um papo muito legal, então por que não conhecê-lo? Uma semana depois do match, marcamos de nos encontrar no Rio Sul, um shopping do Rio. Só que no dia anterior, correndo pra pegar o ônibus (quem nunca?), Carlos tinha torcido o pé. Já achei que o bonito ia cancelar, mas nada! Acho que isso já era prova de amor: ele foi me encontrar de bota ortopédica e tudo!

Uma publicação compartilhada por isabela henriques (@ihenriques7) em 19 de Jul, 2018 às 2:49 PDT

Neste dia fomos ao cinema e depois comemos crepe e frappuccino. Voltei pra casa em pé no ônibus com um sorriso de lado a lado. Nem me importava que ia ficar uns 40 minutos em pé até em casa. Foram 3 meses saindo praticamente todo o final de semana. Foram muitos restaurantes para conta: hambúrgueres gourmets, cervejas artesanais, drinques diferentes por Botafogo, croquete alemão, comida japonesa, vinhos baratos e muito mais. Até que um dia, no final de janeiro de 2015, sentados num fast-food de hambúrguer, Carlos me pergunta se eu quero namorar com ele. Eu estava com hambúrguer na boca e a cara toda suja de molho ? eu disse que comida tinha tudo a ver com o nosso relacionamento…

Crepe recheado com chocolate
Crepe recheado com chocolate
Foto: Shutterstock / TudoGostoso

E eu disse sim. Deu match!

Nunca me arrependi. Na verdade, hoje a gente fala para todo mundo que a gente já estava namorando desde a primeira vez que nos vimos. Até hoje, quase 4 anos depois, a gente comemora o dia 27 religiosamente. Nem que seja com uma mensagem só lembrando a data. Dar like nesse rapaz foi a decisão mais acertada da minha vida. Eu nunca imaginei que podia existir um amor tão livre de julgamentos. Ele me ama mesmo quando eu tô dormindo afogada no travesseiro, ou quando ele vai no banheiro de madrugada e percebe que eu ocupei a cama inteira. Ele me ama mesmo quando eu erro a receita do macarrão com lula. Mesmo quando eu tento fazer um cookie gigante e falho miseravelmente. Isso tudo antes de entrar pro TudoGostoso (lógico!).

Uma publicação compartilhada por isabela henriques (@ihenriques7) em 17 de Jul, 2017 às 1:26 PDT

Começar a trabalhar no TudoGostoso melhorou nossa vida em uns 200%. Quer dizer, acho que melhorou foi a dele, porque eu que tô sempre cozinhando! Ainda bem, porque eu tento mantê-lo bem longe da cozinha, a não ser como ajudante (ele corta cebola como ninguém). Ele tenta temperar o bife e parece que o saco de sal caiu em cima da carne. Aliás, foi ele quem me inspirou a escrever uma matéria ensinando temperos para a carne vermelha. É a nossa proteína favorita! Trabalhar aqui me ensinou a fazer a comida favorita dele: torta de cebola. Frango frito. Cheesecake de goiabada. Filé mignon ao molho madeira. Não dá para negar: conquistei mozão pelo estômago.

Mas agora o TudoGostoso quer saber de você: como as nossas receitas influenciaram a sua vida? Conta para gente!

TudoGostoso

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