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Conheça os métodos para depilar as axilas sem agredir a pele

4 abr 2012 09h17
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Para conquistar um corpo bonito, com uma pele suave e sem pelos, as brasileiras estão sempre à procura de métodos depilatórios mais eficientes. E, quando o assunto são as axilas não é diferente. Afinal, manter a região lisinha acabou se tornando sinônimo de higiene pessoal.

Métodos são eficazes se realizados com higiene e por profissionais
Métodos são eficazes se realizados com higiene e por profissionais
Foto: Shutterstock / Terra



O problema é que a depilação das axilas vem acompanhada de irritação, alergias e pelos encravados. Para evitar esses incômodos, há dicas de métodos de depilação não tradicionais (ou seja, excluímos as lâminas e as ceras), para que você possa conhecer novos procedimentos, e quem sabe, fugir dessas consequências desagradáveis. Confira.



Fotodepilação (LPI)


Método:

destrói as células germinativas do pelo por meio de uma luz pulsada intensa (LPI).


Benefícios:

a diferença entre a luz pulsada e o laser é a emissão modulada por filtros. Esse processo permite a possibilidade de tratar os vasos sanguíneos e dar início ao fotorejuvenescimento. "A tecnologia possui um sistema que funciona como um anestésico, fazendo com que o cliente fique sem pelos por mais tempo e sem dor", explica Andréa Cunha, especialista em medicina estética da rede Não + Pêlo.


Recomendações:

não ingerir medicamentos fotossensibilizantes antes e durante as sessões; evitar exposição solar 15 dias antes e 15 dias depois do tratamento; não aplicar cremes clareadores ou ácidos e não utilizar produtos que contenham álcool. É preciso ainda evitar roupas apertadas, banhos quentes, saunas e prática de esportes no dia do processo.


Número de sessões:

média de oito para um resultado satisfatório. Porém, a duração do tratamento irá depender de vários fatores, entre eles, profundidade e espessura do pelo, cor da pele, idade, sexo e sistema hormonal. "Em nenhum caso é possível determinar antecipadamente e com precisão exata o número de sessões necessárias para eliminar os pelos na área tratada", alerta Andréa.


Preço médio:

R$ 60.



Laser


Método:

o laser de diodo emite luz concentrada e intensa que reage com a melanina, provocando uma espécie de carbonização dos pelos. "Tem menor resultado em pelos claros e muito finos, por causa da pouca melanina", diz Elso Elias Vieira Júnior, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).


Benefícios:

não causa lesões definitivas, proporcionando bons resultado por um maior período de tempo.


Recomendações:

não indicado às peles escuras ou bronzeadas, pois gera riscos de queimaduras. O laser não é um procedimento definitivo, mas permanente, sendo necessárias manutenções.


Número de sessões:

média de quatro a seis sessões, realizadas mensalmente, com sessões de manutenção semestrais ou anuais.


Preço médio:

R$ 100 a R$ 800.



Depilação a fio ou de linha


Método:

linha com comprimento de 80 cm a 1 m, cruzada sobre a pele em formato de "X", enroscando e removendo os pelos pela raiz.


Benefícios:

depila sem comprometer a estrutura da pele.


Recomendações:

método dolorido e demorado. "A depilação é eficaz, mas necessita de experiência profissional", indica o dermatologista.


Número de sessões:

podem ser realizadas a cada 30 dias aproximadamente.


Preço médio:

de R$ 20 a R$ 50.



Eletrólise


Método:

bisturi elétrico que trata cada pelo individualmente por meio de um processo de cauterização.


Benefícios:

boa opção para os pelos brancos, claros ou finos que respondem mal a lasers.


Recomendações:

não recomendado para peles bronzeadas. "A eletrólise é pouco utilizada atualmente por se tratar de um método trabalhoso e não tão efetivo", explica Elser.


Numero de sessões:

de 15 em 15 dias.


Preço médio:

R$ 45.



Aparelho elétrico


Método:

remove o pelo pela raiz.


Benefícios:

prático e rápido.


Recomendações:

não indicado para pelos finos.


Número de sessões:

média de 20 dias.


Preço médio:

de R$ 80 a R$ 300.



Tanto antes como depois dos procedimentos depilatórios, é importante não se expor ao sol por um período de dez a 15 dias. O uso do protetor solar também é essencial. Sendo que cremes clareadores, produtos com álcool ou ácidos não devem ser utilizados.



Agência Hélice,
Especial para o Terra
Fonte: Terra
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