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Psicólogos especialistas concordam: as pessoas que usam relógio em vez de verificar a hora no celular não estão fora de moda, mas querem controlar o tempo sem se distrair

Muito além da nostalgia, o retorno dos relógios de pulso pode estar ligado a uma tentativa de reduzir distrações e diminuir o tempo gasto no celular

22 jul 2026 - 19h28
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Psicólogos especialistas concordam: as pessoas que usam relógio em vez de verificar a hora no celular não estão fora de moda, mas querem controlar o tempo sem se distrair.
Psicólogos especialistas concordam: as pessoas que usam relógio em vez de verificar a hora no celular não estão fora de moda, mas querem controlar o tempo sem se distrair.
Foto: Reprodução, ArthurHidden/Magnific / Purepeople

Nos últimos anos, em meio às transformações trazidas pela popularização dos smartphones, uma mudança parecia irreversível: a aposentadoria do relógio de pulso.

Com as horas sempre à vista na tela do celular, consultar o acessório deixou de ser uma necessidade para muita gente, dando a impressão de que ele havia perdido seu espaço de vez.

Os relógios de pulso voltaram à moda?

Mas, como diz o ditado, nada dura para sempre.

Se você tem a impressão de que cada vez mais pessoas voltaram a usar relógios de pulso, seja resgatando um modelo antigo da gaveta ou investindo em um novo acessório, não está sozinho. Essa percepção acompanha um movimento observado pelo mercado.

Um relatório da Grand View Research aponta que o setor global de relógios segue em expansão e deve manter um crescimento médio anual de 4,3% até 2033.

Mas esse movimento não se limita aos smartwatches. Os relógios analógicos e digitais tradicionais também voltaram a aparecer nos pulsos de muita gente. Embora ofereçam bem menos recursos do que um smartphone, é justamente essa simplicidade que pode explicar parte do seu retorno.

Por que usar um relógio pode ajudar a evitar distrações

À primeira vista, optar por um relógio de pulso pode parecer um hábito de quem ficou preso ao passado ou resiste aos avanços da tecnologia.

A psicologia, porém, aponta para uma explicação diferente: em muitos casos, a escolha pode representar uma forma consciente - ou até intuitiva - de consultar as horas sem desbloquear o celular e acabar se distr...

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