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Pais têm responsabilidade pela boa alimentação do filho

20 mai 2014
08h00
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É normal a criança rejeitar alguns alimentos e apresentar preferência por outros. Entretanto, os pais não devem ceder aos maus hábitos (e caprichos) e servir somente aqueles alimentos que a criança gosta. “É preciso intervir, sempre, na alimentação do filho”, aconselha Nelly Fortunato Yoneyama, nutricionista do Hospital São Luiz – Anália Franco, em São Paulo.  

O primeiro passo para modificar e melhorar comportamentos, principalmente de crianças a partir de quatro anos, é preparar e oferecer novos alimentos junto com um daqueles que ela realmente gosta. “Não adianta colocar no prato, nessa faixa etária, somente o que a criança não aprecia. Isso dificultará ainda mais a aquisição de bons hábitos”, analisa a especialista.

Diversidade no prato e no preparo
Vale lembrar que a alimentação precisa ser variada e, mesmo que a criança rejeite até dez vezes um alimento, invista em diferentes preparações e monte pratos divertidos. “Dessa forma, aos poucos, ela passará a comer os novos alimentos”, explica.

Jamais deixe de ensinar os bons hábitos
Se a criança cresce com a intervenção positiva dos pais em sua alimentação, mostrando e oferecendo o que é saudável, na adolescência, por mais que sofra influência externa, os bons hábitos estarão estabelecidos. “Esse adolescente, quando estiver na rua com os amigos, poderá até preferir o fast food, mas de maneira geral comerá de forma saudável”, garante a especialista.  

Não seja radical
A criança e o adolescente devem experimentar e comer também aquilo que gostam, inclusive as guloseimas. É fundamental, porém, os pais ensinarem e incentivarem o equilíbrio. “Deve-se intervir e oferecer uma alimentação equilibrada, mas nada pode ser proibido”, conclui Nelly Fortunato.

 

Fonte: Qualitá
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