Chamada de Taça de Licurgo, o cálice romano do século IV apresenta propriedades ópticas únicas e provavelmente foi usado para ocasiões especiais.
Foto: reprodução/youtube Canal History Brasil
O cálice é decorado com uma cena mitológica, retratando o rei Licurgo da Trácia coberto por videiras.
Foto: reprodução/youtube Canal History Brasil
Reza a lenda que a divindade ficou nessa situação depois de cometer atos malignos contra o deus grego do vinho, Dionísio.
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No entanto, o que mais intriga não é a temática mitológica, mas sim sua capacidade de "mudar de cor": quando iluminado pela frente, apresenta um tom verde-jade, enquanto com luz traseira exibe um vermelho-sangue.
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O cálice, adquirido pelo Museu Britânico na década de 1950, permaneceu um mistério até 1990, quando fragmentos foram analisados sob um microscópio por pesquisadores na Inglaterra.
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Eles descobriram que o vidro continha partículas nanométricas de metais, como prata e ouro, que explicavam o efeito óptico único.
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