Pesquisadores da Califórnia desenvolvem águas-vivas biônicas

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia, o Caltech (foto) criaram uma água-viva biônica que vai auxiliar nos estudos sobre as profundezas do oceano.

Foto: Kevin Stanchfield wikimedia commons

Eles explicaram que fizeram um implante de um dispositivo microeletrônico numa água-viva real, de modo que ela consiga nadar 4,5 metros mais rápido do que o animal normal. E vai transmitir informações sobre temperatura, salinidade e níveis de oxigênio.

Foto: Divulgação Caltech

Águas-vivas sao seres que, volta e meia, se destacam na mídia. Recentemente, um pesquisador brasileiro participou de uma descoberta no Oceano Pacífico. O professor André Carrara Morandini, da Universidade de São Paulo (USP), se uniu a cientistas japoneses na identificação de uma nova espécie de água-viva.

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Essa água viva habita uma formação vulcânica chamada de Caldeira Sumisu, nas Ilhas Ogasawara, cerca de 460 km ao sul da capital Tóquio.

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A espécie recebeu o nome de medusa da cruz de São Jorge em referência ao seu formato visto de cima - que lembra a cruz vermelha da bandeira inglesa. Como toda água viva ela é transparente. Mas esta tem um estômago avermelhado.

Foto: Divulgação

No Brasil, aguas vivas têm proliferado no litoral gaúcho.Desde o começo da Operação Verão no Rio Grande do Sul, em 16/12/2023, o litoral gaúcho já teve mais de 12.600 casos de lesões por água viva.

Foto: Reprodução RBS TV

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a água clara e com elevação da temperatura se torna convidativa para os banhistas e ao mesmo tempo favorece a proliferação das águas vivas. E é necessário ter cuidado.

Foto: Reprodução RBS TV

Os guarda-vidas fincaram até bandeiras azuis nas praias - entre elas, a Capão da Canoa - para alertar sobre o perigo.

Foto: Reprodução RBS TV

As Medusas, chamadas normalmente de Águas-Vivas, são seres que têm corpos formados majoritariamente por água (95%), o que ocasionou o seu nome popular.

Foto: vecstock por freepik

Quando se sente ameaçada, a água-viva solta um ferrão que injeta uma substância urticante na vítima, seja animal ou pessoa.

Foto: Imagem de Lisa por Pixabay

A pessoa ferida tem a sensação de queimadura, embora, tecnicamente, a água-viva não queime. O que ocorre, na verdade, é um envenenamento químico com toxinas. Por isso, elas são consideradas peçonhentas. E causam uma dor intensa.

Foto: Domínio público

Não se deve esfregar a pele após intoxicação pela água-viva , pois isso só serve para espalhar o veneno, ainda armazenado nos tentáculos.

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Os bombeiros afirmam que não se deve usar água doce ou água da toneira. O correto é lavar a parte do corpo que sofreu a picada com água do mar ou vinagre.

Foto: Reprodução TV Globo

O ideal, inclusive, é pedir ajuda aos guarda-vidas. Nas guaritas, quem é queimado costuma usar vinagre para tratar a lesão. E diz que arde bastante.

Foto: Reprodução RBS TV

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Foto: Kevin Stanchfield wikimedia commons