A descoberta
Letícia Maltez tem 43 anos e recebeu em agosto o laudo médico que apontou o seu elevado Quociente de Inteligência (QI).
Foto: Reprodução/Instagram
A certeza
A servidora pública viveu por mais de 40 anos sem entender o que tinha. Após muita inquietação e estudos sobre a superdotação, ela resolveu fazer o teste que confirmou a condição.
Foto: Flipar
'Herança' familiar
Mãe de dois filhos, ela percebeu que as crianças apresentavam as mesmas características e soube por meio dos laudos que os pequenos também são superdotados.
Foto: Arquivo Pessoal
'Sintomas'
Entre as características apresentadas por ela estão a absorção de energia de outras pessoas na multidão, sobrecarga emocional, paixão por paradoxos e quebra-cabeças. Letícia se sente extremamente incomodada com luzes, aromas e sons que passam despercebidos pelas pessoas.
Foto: Arquivo Pessoal
Cuidados
Letícia e seus filhos fazem acompanhamento psicológico e utilizam situações específicas para controlar a mente inquieta, como a leitura noturna, que contribui com uma melhor noite de sono.
Foto: Estadão Conteúdo
Dificuldades
O excesso de habilidades da servidora dificultou a escolha de especialização em uma profissão específica, até ela passar em um concurso público, na busca de se firmar em uma área.
Foto: fdr
Neoropsicopedagoga explica
Segundo Andreia de Araújo Rota, a superdotação é diagnosticada por meio de testes de QI. A condição é considerada uma característica genética, composta da combinação de genes do pai e da mãe, mas que não segue padrão de hereditariedade.
Foto: Arquivo Pessoal
Acompanhe a Educar 🌎
Na vertical de educação e carreira do Terra, você se mantém atualizado de forma descomplicada.
Foto: Andrii Lysenko/Getty Images