Quem é a mulher que descobriu superdotação aos 43 anos?

Mensa Brasil aponta que 2,6 mil pessoas apresentam capacidade mental acima da média de inteligência no País

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A descoberta

Letícia Maltez tem 43 anos e recebeu em agosto o laudo médico que apontou o seu elevado Quociente de Inteligência (QI).

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A certeza

A servidora pública viveu por mais de 40 anos sem entender o que tinha. Após muita inquietação e estudos sobre a superdotação, ela resolveu fazer o teste que confirmou a condição.

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'Herança' familiar

Mãe de dois filhos, ela percebeu que as crianças apresentavam as mesmas características e soube por meio dos laudos que os pequenos também são superdotados.

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'Sintomas'

Entre as características apresentadas por ela estão a absorção de energia de outras pessoas na multidão, sobrecarga emocional, paixão por paradoxos e quebra-cabeças. Letícia se sente extremamente incomodada com luzes, aromas e sons que passam despercebidos pelas pessoas.

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Cuidados

Letícia e seus filhos fazem acompanhamento psicológico e utilizam situações específicas para controlar a mente inquieta, como a leitura noturna, que contribui com uma melhor noite de sono.

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Dificuldades

O excesso de habilidades da servidora dificultou a escolha de especialização em uma profissão específica, até ela passar em um concurso público, na busca de se firmar em uma área.

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Neoropsicopedagoga explica

Segundo Andreia de Araújo Rota, a superdotação é diagnosticada por meio de testes de QI. A condição é considerada uma característica genética, composta da combinação de genes do pai e da mãe, mas que não segue padrão de hereditariedade.

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