'Jeannie é um Gênio' de volta no streaming: descubra curiosidades sobre o icônico seriado

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A série "Jeannie é um Gênio", lançada originalmente nos Estados Unidos em setembro de 1965 pela rede NBC, arrebatou gerações com seu gênero fantasia e comédia. Hoje, o clássico pode ser visto em streaming, no catálogo da Sony no Prime Video, mantendo viva sua magia e curiosidades que marcaram época.

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O escritor Sidney Sheldon criou o seriado, que permaneceu no ar por cinco temporadas entre 1965 e 1970, somando 139 episódios, e cuja proposta inicial era competir diretamente com "A Feiticeira".

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A ideia nasceu do filme "Um Gênio Entrou Lá em Casa" (The Brass Bottle, 1964), dirigido por Harry Keller, que inspirou Sheldon a transformar a premissa em uma sitcom repleta de charme e imaginação.

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Barbara Eden, hoje com 94 anos, foi a única atriz loura testada para o papel de Jeannie, a protagonista. Sheldon preferia uma morena inicialmente, mas dentre as testadas, Barbara mostrou ser a melhor escolha. A presença carismática da atriz definiu a identidade da personagem para sempre e o tom da série.

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A famosa garrafa de Jeannie era, na verdade, um frasco de licor Jim Beam, estilizado para se tornar um dos objetos mais icônicos da TV. Criado como modelo exclusivo de Natal, foi levado a Sheldon pelo diretor Gene Nelson. Ao longo dos anos, 12 exemplares foram usados, primeiro na cor verde e depois em versões rosa e púrpura.

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A temporada de estreia foi exibida em preto e branco, afinal, a NBC não acreditava que a série iria vingar. Contudo, o resultado foi um grande sucesso e logo veio a migração para o colorido, o que ampliou o encanto visual da série e destacou ainda mais os cenários mágicos. Assim, é comum achar a primeira temporada colorizada.

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O ator Michael Ansara, marido de Barbara Eden, participou de alguns episódios, trazendo curiosidade extra para os fãs que acompanhavam o casal também fora das telas. Em algumas ocasiões, ele podia ser visto como um gênio azul.

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Durante a primeira temporada, aliás, Barbara engravidou de seu único filho, Matthew Ansara, e a produção precisou adaptar figurinos e cenas para manter a continuidade nas gravações. Uma das artimanhas para encobrir o fato era o uso de um véu sobre a barriga da personagem.

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A atriz Evelyn Moriaty também atuou como Jeannie em algumas situações, mostrando como a produção explorava alternativas criativas para manter o ritmo da série. Suas aparições ocorreram as cenas em que Barbara Eden contracenava "consigo mesma". A dublê também era a stand-in de Marilyn Monroe.

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As filmagens eram realizadas nos mesmos estúdios de "A Feiticeira", prova da atmosfera mágica compartilhada entre duas das maiores sitcoms da época. Enquanto as externas ocorriam no Ranch Blondie Street, as internas se davam no Sunset Gower Studios, em Hollywood. A casa, aliás, continua igual quase 50 anos depois.

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A trilha sonora inicial foi substituída pela versão que conhecemos, composta por Hugo Montenegr e que se tornou inseparável da identidade da série. Um ritmo bem marcante com uma combinação que mistura elementos de jazz e influências de músicas de lounge.

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Larry Hagman, intérprete de Tony Nelson, teve problemas que impactaram bastidores. Revelou ter atuado bêbado, além do vício em LSD e maconha. Em 1995, precisou de transplante de fígado devido ao excesso de bebidas. Depois, passou a detestar seu personagem, e segundo Barbara, em razão do roteiro, ao qual ele considerava fraco.

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Além de Barbara Eden e Larry Hagman, o elenco principal contou com Bill Daily e Hayden Rorke; destes, Hagman (Tony Nelson), Daily (Major Healey) e Rorke (Dr. Bellows) já morreram: Hagman em 23/11/2012 aos 81 anos; Daily, em 7/9/2018, aos 91, e Rorke, em 19/8/1987, aos 76.

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O figurino rosa de Jeannie foi uma escolha pessoal de Barbara, que acreditava que a cor transmitia delicadeza e ao mesmo tempo força feminina. Para ela, a cor representava aspectos lúdicos enquanto que o marrom conferia ousadia à sua personalidade. Contudo, nos capítulos em preto e branco, a vestimenta era verde.

Foto: Divulgação/Purepeople

No Brasil, a série estreou em 1966 pela TV Paulista, tornando-se logo um sucesso de público com seu humor inocente e encantador. Desde então foi exibido em diversas emissoras, entre elas TV Excelsior, Record, Band, Tupi, Rede TV, Rede 21 e Warner Channel. Alguns episódios puderam ser assistidos também pelo YouTube.

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Dois filmes foram lançados após o fim da série, mas nenhum contou com a participação de Larry Hagman, o que deixou os fãs com certo sentimento de ausência. A saber, "I Dream of Jeannie: 15 Years Later" (1985) e "I Still Dream of Jeannie" (1991).

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A Hanna-Barbera Productions criou uma versão animada inspirada em Jeannie, ampliando o alcance da personagem para o público infantil. A transmissão se deu entre 1973 e 1975.

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Até mesmo Tom e Jerry prestaram homenagem à série, mostrando como Jeannie havia se tornado um ícone cultural além da televisão. Eles lançaram dois episódios: “I Dream of Cheezy” e “I Dream of Meanie”.

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Barbara Eden continua ativa e querida pelo público, participando de eventos e entrevistas, além de se mostrar bastante presente em suas redes sociais. Assim, alimenta contato com fãs e mantém viva a memória da série e de sua personagem inesquecível.

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