Empresário de São Paulo cria empresa de tapetes ecológicos para cachorros e fatura R$ 250 mil

Inspirado pela sua cadela Cindy, da raça yorkshire, um empresário de Atibaia, município de São Paulo, decidiu criar um tapete higiênico ecológico para pets.

Foto: Montagem/Reprodução/TV Globo

Gustavo Ferreira estava incomodado com o impacto ambiental dos modelos tradicionais, feitos principalmente de plástico e de decomposição muito lenta. A reportagem foi exibida no programa Pequenas Empresas e Grandes Negócios, da TV Globo.

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Em 2024, ele fundou a CindPaper, utilizando a estrutura da gráfica da família para desenvolver um produto à base de papel impermeabilizado e que se decompõe em apenas 120 dias.

Foto: Reprodução @cindpaper

Para se ter uma ideia, os modelos tradicionais levam até 450 anos para se decompor na natureza, algo extremamente prejudicial para o meio ambiente.

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O negócio une consciência ecológica a benefícios econômicos, oferecendo um produto até 15% mais barato que os concorrentes sintéticos e com alta eficiência na neutralização de odores.

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Em 2025, a empresa de Gustavo atingiu um faturamento de R$ 250 mil com uma produção mensal de 200 mil unidades, algo que ele não imaginava quando começou o projeto.

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A marca também aposta em educação ambiental nas embalagens, que são feitas de papel reciclado. Para 2026, o empresário projeta expandir a empresa e alcançar faturamento de até R$ 2 milhões.

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“Não é só vender tapete. É educar e cuidar do meio ambiente e dos animais ao mesmo tempo. Sempre vale a pena investir em um sonho que nasce com um propósito”, comentou Gustavo.

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O mercado pet brasileiro é hoje um dos maiores e mais dinâmicos do mundo, impulsionado principalmente pelo número crescente de animais de estimação e pela mudança na forma como os tutores enxergam seus animais.

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Dados mostram que o Brasil se mantém firme como o 3º maior mercado pet do mundo (atrás apenas de Estados Unidos e China), refletindo a mudança de status dos animais de “bichos de estimação” para membros da família.

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De acordo com projeções da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) e do Instituto Pet Brasil, o setor encerrou 2025 com faturamento próximo de R$ 78 bilhões.

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A segmentação de pet food (alimentação) continua sendo o carro-chefe, representando cerca de 53% do faturamento total.

Foto: Jamie Street/Unsplash

Além disso, os segmentos que mais vêm crescendo proporcionalmente são serviços veterinários, produtos de saúde animal e serviços gerais, como creches, hotéis e estética para pets.

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Entre os itens mais consumidos no mercado pet brasileiro, alguns se destacam pela grande demanda, como rações, petiscos, suplementos nutricionais, medicamentos e vacinas.

Foto: Imagem Freepik

Os acessórios também não ficam atrás. Coleiras, guias, brinquedos, arranhadores para gatos, camas e caixas de transporte estão entre os mais vendidos.

Foto: YouComMedia/Pixabay

A tecnologia também já é muito presente no mercado pet, como por exemplo comedouros automáticos que são programáveis por Wi-Fi, câmeras para monitorar pets à distância e coleiras com GPS.

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Alguns produtos curiosos também surgiram, como bolos de aniversário, sorvetes próprios para cães e gatos ou até móveis planejados integrados à decoração da casa.

Foto: Reprodução/Freepik

Estima-se que atualmente o Brasil tenha uma população de mais de 160 milhões de animais domésticos, incluindo cães, gatos, aves e peixes ornamentais.

Foto: Fran • @thisisfranpatel/Pixabay

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