A amamentação prolongada pode reduzir as chances da mulher desenvolver o câncer de mama.
Apesar de significar uma pequena porcentagem no total de casos de câncer de mama, a hereditariedade - em casos de diagnósticos positivos em parentes de primeiro grau - pode aumentar em 80% os riscos de uma mulher desenvolver a doença.
Mulheres que tiveram a primeira menstruação muito cedo (por volta dos 10 anos) ou a menopausa tardia (após os 50 anos) têm riscos elevados de desenvolver a doença.
O estresse e o fumo exagerado debilitam o organismo, abrindo as portas para o aparecimento do câncer de mama.
As células da mama passam a se dividir e a se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas.
Os cânceres que começam nos lóbulos da mama são chamados de Carcinoma Ductal e são menos comuns que o Lobular (que tem origem nos ductos das mamas). Este tipo de câncer é freqüente nas duas mamas.
O Carcinoma Inflamatório de mama é o tipo mais comum do câncer e, normalmente, se apresenta de forma agressiva, deixando a mama vermelha, inchada e quente.
O câncer de mama é mais comum em mulheres entre os 30 e 40 anos, mas já há casos documentados da doença em mulheres acima dos 55 anos de idade.
Ingerir suplementos de vitamina em doses altas todos os dias.
Praticar esportes rotineiramente, evitar bebidas alcoólicas e seguir uma alimentação saudável e equilibrada.
Parar de fumar e evitar próteses de silicone nas mamas.
Evitar situações de estresse, que causem angústia e possíveis depressões.
A mamografia é uma imagem radiográfica da mama, produzida através de um aparelho de raio-X.
Durante o exame, a mama é comprimida pelo mamógrafo podendo causar dor à mulher. Então, não é recomendado o procedimento no período pré-menstrual.
Para fazer a mamografia, a mulher não deve ter cuidados extras, como deixar de passar desodorante, perfume ou talco no dia do exame.
Na mamografia digital a imagem é capturada por um detector eletrônico de raios-X, que converte a imagem em uma foto digital, podendo ser revisada no monitor do computador.
75% dos pacientes têm mais de 50 anos de idade.
No Brasil, a idade média das mulheres com câncer de mama é de 45 anos.
Cerca de 100 mil mulheres desenvolvem a doença por ano.
No mundo, um total de 500 mil mulheres morrem por ano por conta do câncer de mama.
No exame de palpação, o médico palpa toda a mama, a região da axila e a parte superior do tronco em busca de algum nódulo ou alteração da pele.
A mamografia não é o exame mais indicado, uma vez que ela não consegue detectar tumores em fase inicial.
Quando feita anualmente em mulheres de 50 a 69 anos, a mamografia pode diminuir consideravelmente a mortalidade por esse tipo de tumor.
Apesar do exame de palpação e da ecografia detectarem nódulos nas mamas, a mamografia é o meio mais seguro para acusar casos de câncer de mama.
Surgimento de nódulos palpáveis e dor nas mamas.
Deformidade nos seios ou ainda assimetria, ficando cada mama em um formato ou tamanho diferentes.
Retração na pele ou um líquido sanguinolento saindo pelo mamilo.
Em casos mais adiantados o aparecimento de uma "ferida" (ulceração) na pele com odor muito desagradável.
As pílulas usadas na reposição contêm minerais que se alojam nas mamas, podendo originar pequenos nódulos maléficos.
Ao fazer a reposição hormonal, a mulher ingere quantidades irrisórias de hormônios, colocando em risco o equilibrio do organismo.
Os efeitos colaterais da reposição são rápidos. Já no primeiro mês, a mulher pode começar a sentir os nódulos nos seios e desenvolver o câncer.
Com a reposição, o organismo da mulher fica exposto por um período prolongado a hormônios como progesterona e estrógeno, o que pode facilitar o aparecimento do tumor nas mamas.
Cerca de 45% das portadoras perdem a libido durante o tratamento.
Dentre as mulheres casadas, 30% têm um relacionamento mais frio com o marido durante o tratamento do câncer.
Após o sucesso no tratamento, 100% das mulheres solteiras se sentem seguras para procurar novos parceiros.
Aproximadamente 1/3 das mulheres que tiveram o câncer sentem vergonha do próprio corpo durante a luta contra a doença.
No homem, a proporção de diagnóstico da doença é de um para cada cem mulheres com o câncer.
Como não tem uma mama volumosa, no homem o nódulo tende a se desenvolver com maior rapidez e a aderir na pele e no músculo.
O tratamento para o câncer de mama masculino é o mesmo usado na mulher. Em alguns casos, é necessário a mastectomia, podendo deixar a região com certa deformidade.
Homens na faixa etária de 25 a 40 anos são os principais atingidos pelo câncer.
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