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Xiaomi vai usar Mi Stores para vender seu próprio carro elétrico

Xiaomi vai construir fábrica na China com capacidade para fabricar 300 mil carros elétricos por ano; produção em massa começa em 2024

29 nov 2021 11h18
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Xiaomi vem se preparando para lançar o seu próprio carro elétrico. Enquanto isso, a companhia já está traçando planos para levar o novo produto aos consumidores: segundo a Reuters neste sábado (27), a companhia pretende usar as suas lojas para vender o futuro automóvel. O primeiro modelo deve ser lançado a partir de 2024.

Loja Xiaomi
Loja Xiaomi
Foto: Divulgação/Xiaomi / Tecnoblog

As novas informações dão uma prévia sobre a estratégia de vendas da marca. A agência de notícias informa que a companhia pretende usar as suas próprias lojas físicas como um canal para auxiliar na comercialização do futuro automóvel elétrico. Atualmente, a fabricante possui milhares de Mi Stores espalhadas pelo mundo.

As autoridades da China deram mais detalhes sobre a nova empreitada. Neste fim de semana, o governo local revelou que a Xiaomi vai abrir uma fábrica em Pequim com capacidade para preparar 300 mil veículos por ano. A expectativa é de que a produção em massa comece em 2024. Já a construção da planta acontecerá em duas fases.

Carro elétrico da Xiaomi será produzido a partir de 2024

Os novos detalhes batem com a expectativa de Lei Jun, CEO da Xiaomi. Em outubro, o executivo informou que a produção em massa do carro elétrico da marca será iniciada em 2024. O prazo também foi levantado pelo diretor internacional de marketing da companhia, Zang Ziyuan, em uma publicação na rede social chinesa Weibo.

A companhia ainda deu outros passos nos últimos meses para alcançar o seu novo objetivo. Em junho, a fabricante conhecida pelos celulares Mi, Redmi e Poco, wearables e afins abriu 20 vagas para expandir a sua própria área de carros autônomos. As oportunidades foram disponibilizadas em escritórios de Pequim, na China.

Lei Jun também informou que o primeiro carro da marca seria um sedan ou SUV. Os detalhes foram revelados em abril, poucos dias após a companhia anunciar um investimento de US$ 10 bilhões para o novo setor. "A companhia irá constituir uma subsidiária integral para operar o negócio de veículos elétricos inteligentes", afirmaram.

Com informações: EngadgetGizmochina e Reuters

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