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WhatsApp é usado para analisar picada de animais venenosos

Aplicativo ajuda no atendimento das vítimas de animais peçonhentos encaminhadas ao hospital Vital Brazil, do Instituto Butantan em São Paulo

16 mar 2015
16h24
atualizado às 16h24
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<p>O app está sendo usado por um grupo de pesquisadores da instituição para reconhecer e identificar os animais e espécimes</p>
O app está sendo usado por um grupo de pesquisadores da instituição para reconhecer e identificar os animais e espécimes
Foto: Getty Images

O Instituto Butantan decidiu usar o Whatsapp como aliado no tratamento de vítimas de acidentes com animais peçonhentos, a exemplo de cobras, escorpiões e aranhas, que dão entrada no seu hospital Vital Brazil.

O aplicativo de comunicação por smartphones está sendo usado por um grupo de pesquisadores da instituição para reconhecer e identificar os animais e espécimes, verificando se realmente são venenosos e auxiliando, a equipe médica do Vital Brazil na conduta a ser adotada.

No ano de 2014, foram notificados no Estado de São Paulo quase 20 mil casos, segundo a Divisão de Zoonoses do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde.

É muito comum as pessoas ou bombeiros que efetuaram o atendimento levarem consigo os animais do ataque, para reconhecimento e identificação. A partir do envio da imagem ao grupo de biólogos do Butantan, o tempo médio de resposta tem sido de três a seis minutos.

A ferramenta surge em um bom momento para os pesquisadores. O período mais quente e chuvoso do ano é também o de maior atividade dos animais peçonhentos, o que ocasiona o aumento de acidentes.

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Fonte: Terra
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