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Tecnologia e Soluções

Novos modelos de ensino, trabalho e negócios pós-pandemia

Soluções tecnológicas aproximam empresas e clientes e moldam uma indústria focada em inovação

22 jun 2021 17h50
| atualizado em 5/7/2021 às 09h33
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A pandemia mudou radicalmente o setor B2B, e a tecnologia foi a grande responsável por manter o mundo funcionando em uma situação na qual a economia e os serviços precisavam se adaptar ao isolamento social obrigatório. Em vez de ficarmos sem escolas e universidades, adaptamos o ensino online. Na impossibilidade de ir ao escritório todos os dias, empresas adotaram o trabalho remoto, e congressos, palestras e simpósios passaram a ser online.

Em vez de cancelarmos nossa sessão semanal de terapia ou deixarmos de lado as consultas médicas e check-ups de rotina, o que poderia trazer consequências negativas a longo prazo, adaptamos as consultas médicas por teleconferência. Artistas podem organizar seus próprios shows e festivais para suas audiências, por exemplo, utilizando ferramentas de transmissão ao vivo. Até mesmo órgãos do governo, como o Ministério Público, adotaram audiências online para manter o legislativo funcionando, e ao redor do mundo setores públicos e privados apostaram na tecnologia para manter a máquina girando.

Transformações tecnológicas
Transformações tecnológicas
Foto: FF

O modelo do home office, além de outras categorias de trabalho remoto, não é novidade na vida dos brasileiros: de acordo com um levantamento de 2018 feito pelo IBGE, cerca de 3,8 milhões de brasileiros já trabalhavam na época de forma remota, especialmente trabalhadores autônomos, freelancers, funcionários de pequenas empresas, startups e lojas virtuais. 

Embora na visão de muitos empregadores ainda exista o ideal retrógrado de que o trabalho remoto e outras formas de interação a distância diminuem a produtividade, a realidade da pandemia mostrou justamente o contrário: de acordo com uma pesquisa feita pela Pulses, startup de engajamento e performance, cerca de 78% dos funcionários entrevistados se sentem mais produtivos, e muitas vezes acabam trabalhando mais do que na era do trabalho presencial. Um levantamento da consultoria americana McKinsey também apontou outra tendência: mais de 50% dos clientes atuais não querem ser atendidos presencialmente por seus fornecedores, preferindo sempre a rapidez e a disponibilidade da interação remota.

Crédito: FF
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Foto: FF

O ponto em comum entre todas essas atividades é o uso da tecnologia, e absoluta necessidade de passarmos a desenvolver novas estratégias e didáticas de ensino, trabalho, e interações que vejam o digital como o presente e o futuro, em vez de um regime de exceção para quando o físico não pode ser executado.

O EAD é um case perfeito para mostrar como as novas tecnologias podem trabalhar em prol da inclusividade e do acesso de ensino de qualidade a todos. Escolas (sejam de ensino fundamental, médio ou cursos livres) ou universidades podem usar ferramentas como o Microsoft Teams, por exemplo, para criar esquemas de educação muito mais flexíveis do que os tradicionais, permitindo que alunos organizem melhor suas rotinas e dando espaço para os professores serem mais criativos e independentes.

A interface do Teams permite, por exemplo, que o professor consiga compartilhar sua tela durante a aula online para mostrar um exemplo de algo ou uma apresentação com imagens e vídeos, enquanto todos os alunos estão online simultaneamente. As ferramentas permitem que múltiplas pessoas estejam online sem perda da qualidade de imagem e de som, e traz novidades essenciais como gravar as aulas, criar tarefas online para os alunos e digitalizar até mesmo as provas, que serão feitas online e corrigidas em tempo real. Outra interface que pode auxiliar nesse processo é o OneNote, um “notebook” digital que compartilha com todas as pessoas do seu Team múltiplos textos, imagens, notas escritas à mão, documentos, links de pesquisa, arquivos de voz, vídeos e quaisquer outros conteúdos necessários para o aprendizado. 

Nesse esquema digital, alunos que não poderiam assistir às aulas na hora podem consultar os arquivos online e aprender a qualquer momento, e professores podem diminuir seu trabalho gravando suas apresentações com antecedência caso não consigam comparecer ao vivo no horário das aulas. Alunos com dificuldades de aprendizado também podem aprender em ritmos próprios, e aulas podem ser personalizadas de forma mais simples e inteligente. Alunos surdos conseguem acessar aulas com legendas, por exemplo, tornando o conteúdo mais acessível e democrático.

Com a ajuda da tecnologia do OneDrive, a nuvem digital da Microsoft, alunos, professores e até mesmo ouvintes podem acessar conteúdos de educação a qualquer momento, facilitando o aprendizado e a disseminação livre de informação. 

Caso você esteja organizando uma série de palestras ou um simpósio, por exemplo, as ferramentas do Team permitem que você convide palestrantes ao redor do mundo, além de convidar o público para participar e ter total controle de interações, gravar tudo na nuvem para consultas posteriores, disponibilizar legendas em tempo real e customizar a interface visual dos vídeos. No caso de profissionais como psicólogos, terapeutas e até mesmo profissionais de fitness, é possível não só trazer acessibilidade para os clientes como aumentar o lucro de autônomos e empresas oferecendo serviços de forma remota e ininterrupta.

Fonte: Terra
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