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Rival chinesa do Airbnb, Xiaozhu levanta cerca de US$300 mi de fundo de Jack Ma

10 out 2018
14h37
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A plataforma chinesa de aluguel de imóveis de curta duração Xiaozhu.com informou nesta quarta-feira que arrecadou quase 300 milhões de dólares em uma rodada de investimento liderada pelo Yunfeng Capital, fundo de Jack Ma, em meio à feroz concorrência com o gigante norte-americano Airbnb e com o rival local Tujia.com.

Chen Chi, diretor executivo e cofundador da Xiaozhu.com, empresa de aluguel de curto prazo da China, posa para fotos na sede da empresa em Pequim 1/11/ 2017. REUTERS/Elias Glenn - RC1A49B6B950
Chen Chi, diretor executivo e cofundador da Xiaozhu.com, empresa de aluguel de curto prazo da China, posa para fotos na sede da empresa em Pequim 1/11/ 2017. REUTERS/Elias Glenn - RC1A49B6B950
Foto: Reuters

A empresa não divulgou seu novo valor de mercado, mas disse em novembro de 2017 que valia mais de 1 bilhão de dólares após fechar uma rodada de 120 milhões de dólares, também liderada pelo Yunfeng Capital.

A Xiaozhu disse que também lançará um serviço inteligente e um sistema de segurança para sua plataforma apoiada pela tecnologia do Alibaba Group Holding.

O mercado doméstico de turismo da China se expandiu rapidamente nos últimos anos, impulsionado por uma classe média em rápido crescimento e pela proliferação de serviços de viagens online.

Desde abril, a Xiaozhu disponibiliza ferramentas que tornam a interação entre proprietários e hóspedes desnecessária, incluindo serviços de fotografia e limpeza, além de fechaduras conectadas à internet. A empresa diz que usa a tecnologia de reconhecimento facial do Alibaba nas portas de imóveis em cerca de 40 cidades.

Atualmente o serviço conta com mais de 500 mil anúncios ativos, segundo a Xiaozhu.

O principal rival da empresa, o Tujia.com, que é financiado pela Ctrip.com International, arrecadou 300 milhões de dólares em outubro de 2017, quando disse ter cerca de 650 mil imóveis anunciados em sua plataforma.

O Airbnb também está reforçando sua presença na China, apesar de ter sido forçado a cumprir regulamentações rigorosas, incluindo a divulgação de informações sobre hospedagens às agências governamentais chinesas.

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