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Rival asiático do Uber, Grab recebe aporte de US$ 250 mi da Hyundai

Hyundai e Grab planejam, juntas, criar um programa para carros elétricos no Sudeste Asiático; o piloto do programa começará em Cingapura no ano que vem

7 nov 2018
16h01
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O aplicativo de transporte Grab, que principal rival do Uber no Sudeste Asiático, recebeu nesta quarta-feira, 7, um aporte de US$ 250 milhões da empresa coreana de automóveis Hyundai. Esse foi o segundo investimento da fabricante de carros na Grab este ano, a primeira rodada foi em janeiro.

Desta vez, a empresa aumentou a sua participação no aplicativo de transporte, e participa de uma rodada de investimentos série H, ao lado da Microsoft, que não revelou o valor do aporte, e da Booking Holdings, que entrou com US$ 200 milhões na rodada.

O Grab espera que essa rodada de investimentos atinja o valor de US$ 3 bilhões até o final deste ano. Por enquanto, a rodada já atingiu US$ 2,7 bilhões. Isso significa que o Grab, que é avaliado em mais de US$ 11 bilhões, já levantou mais de US$ 6 bilhões de investidores que incluem nomes como SoftBank e a chinesa Didi.

Hyundai e Grab planejam, juntas, criar um programa para carros elétricos no Sudeste Asiático. O piloto do programa começará em Cingapura no ano que vem.

"Como a casa de um dos centros de consumo de crescimento mais rápido do mundo, o Sudeste Asiático é um enorme mercado emergente para os veículos elétricos", disse Youngcho Chi, Diretor de Inovação da Hyundai e chefe da Divisão de Estratégia e Tecnologia. "Com sua presença incomparável em toda a região e uma base cada vez maior de clientes e comerciantes, a Grab é um parceiro inestimável que ajudará a acelerar a adoção de veículos elétricos no Sudeste da Ásia."

Aplicativo. O Grab, sediado em Cingapura, já levou seu serviço para 235 cidades de oito países do Sudeste Asiático nos últimos seis anos.

A empresa busca ir além do transporte e transformar-se em um grupo líder em tecnologia de consumo, oferecendo serviços como entregas de alimentos e encomendas, transferências eletrônicas de dinheiro, microempréstimos e pagamentos móveis.

Estadão Conteúdo

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