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Processo de difamação de Elon Musk é reduzido

29 nov 2019
16h13
atualizado às 16h29
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O explorador de cavernas britânico que processou Elon Musk,da Tesla, por tê-lo chamado de pedófilo no Twitter, reduziu sua acusação de difamação contra o presidente-executivo da montadora, e não está mais buscando uma indenização pelo e-mail que sugeria que ele pode ser um estuprador de crianças.

Vernon Unsworth, que negou as acusações, optou por prosseguir com as reivindicações de responsabilidade e danos em um julgamento marcado para 3 de dezembro, apenas pelos tuítes de Musk supostamente o chamando de pedófilo, disse o juiz distrital dos EUA, Stephen Wilson, em um pedido de quarta-feira.

Alex Spiro, advogado de Musk, não quis comentar nesta sexta-feira. O advogado de Unsworth, L. Lin Wood, não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário.

O caso surgiu depois que Unsworth e sua equipe de mergulho ganharam renome internacional em julho de 2018, resgatando 12 meninos e seu treinador de futebol de uma caverna na Tailândia.

Unsworth criticou a oferta de Musk de fornecer um mini-submarino de sua empresa de foguetes SpaceX para ajudar no resgate, dizendo à CNN que era um "truque de relações públicas" e que Musk poderia "enfiar seu submarino onde dói".

Mas ele disse que isso não justificava os tuítes de Musk de 15 de julho de 2018 chamando Unsworth de pedófilo.

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