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Órgão de internet financeira da China pede que membros não negociem criptomoedas

13 set 2017
17h07
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A associação chinesa de finanças na internet pediu nesta quarta-feira que seus membros não participem de qualquer negociação com moedas virtuais ou ofereçam serviços envolvendo operações de criptomoedas devido a riscos financeiros e sociais.

A China vem criticando a captação de fundos através de lançamentos de moedas baseadas em token, visando ofertas iniciais de moedas digitais (ICO, na sigla em inglês) num mercado que deslanchou neste ano.

"Pedimos que todos os nossos membros exerçam a auto-regulação e respeitem rigorosamente as leis, não participando de qualquer negociação centralizada ou oferta de serviços para esse tipo de operação", disse a Associação Nacional de Internet Financeira da China.

O órgão estatal foi criado pelo Banco Central da China e tem como membros bancos, corretoras, fundos e empresas de financiamento ao consumidor.

As maiores bolsas de bitcoins do país, como as plataformas OkCoin e Huobi, aguardam esclarecimentos após reportagens do afirmarem que o governo planeja proibir o comércio de moedas virtuais em bolsas domésticas.

Os investidores chineses contribuíram com de 2,6 bilhões de iuanes (394 milhões de dólares) de criptomoedas através de ICOs entre janeiro e junho de 2017, segundo um relatório da mídia estatal, citando dados do Comitê Nacional de Especialistas em Tecnologia de Segurança Financeira na Internet.

O valor das criptomoedas saltou e as autoridades desconfiam de uma formação de uma bolha.

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