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Novo ‘supervírus’ pode atacar empresas e governos, afirma jornal

Conhecido como Careto, vírus atua como uma ferramenta para roubar informações e danificar computadores

12 fev 2014
09h15
atualizado às 09h21
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A empresa de pesquisa de segurança digital, Kaspersky Lab, revelou um novo supervírus, o Careto, um conjunto de ferramentas que possibilita não apenas uma piora nos computadores, mas também coletar uma grande quantidade de seus dados. De acordo com matéria publicada no jornal O Estado de S.Paulo, o vírus funciona por spear phisinhing - um e-mail originário de um endereço conhecido, mas na verdade é uma porta de entrada para o roubo de informações. Ao clicar nos links do e-mail, ele levará a um site que coletará os dados do PC.

Ataques ocorrem por meio de e-mail com links para escanear os dados
Ataques ocorrem por meio de e-mail com links para escanear os dados
Foto: Kaspersky / Divulgação

O vírus tem como alvo grandes empresas e órgãos governamentais; e foi criado para atacar diversos  sistemas operacionais – Windows, Mac OS X e Linux, além dos sistemas para smartphones iOS e Android. Segundo o relatório da Kaspersky, o Careto pode interceptar “tráfego de rede, o número de vezes que uma tecla é acionada, conversas por Skype, tráfego Wi-Fi, tirar informações do aparelho Nokia, ver as chaves PGP (encriptação e descriptografia de dados) e monitorar os arquivos”.

A Kaspersky Lab não conseguiu descobrir qual a fonte do Careto. Contudo, o alto grau de complexidade do software a desconfiança é que algum serviço nacional de inteligência (espionagem) tenha criado o sistema. Também foram dados em espanhol na criptografia do programa.   

Fonte: Terra
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