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'Multa não é o melhor caminho', dizem empresas de patinetes elétricas em SP

Na capital paulista, o capacete agora é obrigatório e a regulamentação prevê multa para usuários que...

16 mai 2019
15h43
atualizado às 17h34
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A Grow, principal empresa do mercado de patinetes elétricas, formada a partir da junção da Yellow e da Grin, manifestou-se a respeito da regulamentação desse tipo de serviço em São Paulo. A legislação foi aprovada há alguns dias e traz uma série de direitos e deveres dos usuários.

Foto: TecMundo

Segundo a Agência Brasil, a empresa até concorda com a necessidade de colocar as patinetes na legalidade, mas entende que há melhores métodos para educar as pessoas. "Entendemos que multa não é o melhor caminho para educar o usuário. E não se muda uma cultura em 15 dias. Nossa sugestão para que as novas regras sejam cumpridas é bloquear usuários reincidentes no descumprimento das regras até que passem por um treinamento de pilotagem segura", afirma a Grow.

Outro problema é que, assim como no caso dos carros alugados, a multa inicialmente vai para o serviço que permite o aluguel, o qual pode repassar a penalidade — que vai de R$ 100 a R$ 20 mil — ao usuário. Por enquanto, nem mesmo um mecanismo eficiente de identificação foi implementado, já que não há placa visível nas patinetes, exceto o QR Code escaneado para liberar o uso.

Entenda o que mudou

As normas ainda são provisórias e podem mudar até os próximos 3 meses após discussões com as empresas envolvidas e de acordo com o desempenho das regras já em vigor, que incluem a obrigatoriedade do uso do capacete e proíbem a circulação de patinetes elétricas em calçadas e em vias em que carros circulam a mais de 40 km/h, entre outros deveres.

TecMundo

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