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Startup Unico digitaliza venda de carros para ampliar presença no setor

Companhia de identidade digital entra no segmento automotivo depois da aquisição da ViaNuvem

9 jun 2022 08h10
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Pouco mais de um ano depois de entrar no segmento automotivo com a aquisição da ViaNuvem, a Unico anuncia um novo passo para ampliar a presença no setor. O UnicoAuto é a nova aposta da startup de soluções de proteção de identidade digital que alcançou o status de unicórnio (com avaliação superior a US$ 1 bilhão) em agosto do ano passado após aporte de R$ 625 milhões. O sistema permite digitalizar o processo de venda de carros novos por concessionárias.

Por meio de um aplicativo, o consumidor acompanha todas as fases da compra do veículo, incluindo emplacamento e liberação do documento pelo Detran. "Com o fluxo totalmente digitalizado, conseguimos otimizar o processo de venda que ainda é muito burocrática e envolve bastante papel", avalia o diretor de produto do unicoAuto, Helder Alves.

Tempo de venda cai para dois dias

O novo serviço passa a ser oferecido depois da integração da plataforma da Unico com a ViaNuvem, adquirida em maio de 2021. Inicialmente, a solução contemplava apenas os processos internos de concessionárias. Nessa primeira fase, a digitalização reduziu em 86% o tempo médio de venda de um automóvel, caindo de 14 para dois dias em 800 concessionárias, segundo Alves.

Agora, a meta é oferecer mais rapidez e segurança de dados para os clientes, complementa o executivo. A nova solução de compra digital está em fase piloto, testada por concessionárias paulistas. O plano da Unico é ampliar o serviço para a base de clientes a partir de agosto e, até o fim do ano, para lojas de veículos ainda não atendidas pela empresa.

Desafios como inflação, menor poder de compra e disparada do preço dos combustíveis não impedem a startup de aumentar as apostas no setor automotivo. "A indústria está dando indícios de retomada. Ainda existe o desafio da crise de semicondutores, mas o setor está próximo de alcançar os patamares do ano passado", argumenta o diretor.

Estadão
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