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Nubank anuncia compra da fintech de inteligência artificial Olivia

Fundada em 2016 nos Estados Unidos por dois brasileiros, a Olivia chegou ao País em 2019 com um serviço de planejamento financeiro

17 nov 2021 23h01
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O banco digital Nubank anunciou nesta quarta-feira, 17, a compra da Olivia, fintech de inteligência artificial que ajuda no planejamento financeiro das pessoas. Com a aquisição, o Nubank pretende ampliar o cardápio de serviços do app.

Fundada em 2016 nos Estados Unidos pelos brasileiros Cristiano Oliveira e Lucas Moraes, a Olivia chegou ao Brasil em 2019. Para ajudar a organizar os gastos, a empresa pede "licença" para ter acesso aos dados de conta bancária e cartão de crédito do usuário. Assim, consegue entender um padrão de ganhos e gastos. Na sequência, por meio de um chat (que pode até incluir GIFs e piadinhas), a ferramenta faz perguntas e dá sugestões, informando o usuário sobre sua situação financeira e incentivando-o a economizar pelo menos uma pequena fatia de sua renda - dando dicas sobre as compras do mês, as refeições fora de casa e até em tarifas bancárias.

"Com o talento do time da Olivia e a nossa infraestrutura escalável, conseguiremos levar aos clientes o que há de melhor em soluções personalizadas para suas necessidades", disse David Vélez, fundador e presidente executivo do Nubank, em publicação no blog da empresa.

O acordo ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Esta é a sexta aquisição do Nubank desde 2020. No ano passado, o banco digital comprou a Easynvest (agora NuInvest), a Cognitect e a Plataformatec. Em 2021, a empresa adquirou a plataforma de atendimento Juntos e a companhia de pagamento para e-commerce Spin Pay.

O Nubank está se preparando para abrir capital: a empresa escolheu a Bolsa de Valores de Nova York para fazer sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A operação poderá movimentar até R$ 22 bilhões (US$ 4 bilhões), de acordo com fontes de mercado. Além das ações em Nova York, haverá também títulos de ações (BDRs) listados na B3, o que garantirá acesso facilitado ao investidor brasileiro.

Estadão
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