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EUA acusam professor chinês por roubar tecnologia para a Huawei

9 set 2019
13h02
atualizado às 13h05
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Promotores norte-americanos acusaram um professor chinês de fraude por supostamente roubar a tecnologia de uma empresa da Califórnia para beneficiar a Huawei, em mais uma tentativa de atacar a fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações.

25/03/2019
REUTERS/Tyrone Siu/File Photo - RC18490EA590
25/03/2019 REUTERS/Tyrone Siu/File Photo - RC18490EA590
Foto: Reuters

Bo Mao foi preso no Texas em 14 de agosto e liberado seis dias depois mediante fiança de 100 mil dólares depois que ele consentiu em prosseguir com o caso em Nova York, segundo documentos do tribunal.

Ele se declarou inocente no tribunal distrital dos EUA no Brooklyn em 28 de agosto de uma acusação de conspiração para cometer fraude eletrônica.

De acordo com a denúncia criminal, Mao firmou um acordo com a empresa de tecnologia da Califórnia para obter sua placa de circuitos, alegando que era para uma pesquisa acadêmica.

A denúncia, no entanto, acusa um conglomerado chinês de telecomunicações não identificado, que, segundo fontes, é a Huawei, de tentar roubar a tecnologia, e alega que Mao desempenhou um papel no suposto esquema. Um documento judicial também indica que o caso está relacionado à Huawei.

Embora a Huawei não tenha sido acusada, a empresa disse que vê o caso contra Mao como o mais recente exemplo de ação seletiva do governo dos EUA.

Uma audiência no processo criminal contra Mao está marcada para quarta-feira no tribunal federal do Brooklyn.

Um porta-voz do Departamento de Justiça disse na semana passada que, embora o Departamento não faça comentários sobre investigações específicas, ele cumpre a lei e todos os sujeitos "gozam dos mesmos direitos ao devido processo proporcionado por nossa Constituição e protegidos por um judiciário independente".

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