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Com foco em meditação, app Glorify mira cristãos fora da igreja no Brasil

O aplicativo europeu Glorify anunciou nesta semana o lançamento oficial da sua plataforma no País

22 jan 2021
05h10
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Na onda dos serviços de bem-estar e meditação durante a pandemia, o aplicativo europeu Glorify anunciou nesta semana o lançamento oficial da sua plataforma no Brasil. Com mais de 160 mil downloads no mundo, o serviço quer trazer digitalmente vertentes da religião cristã para pessoas que não se vêem, necessariamente, frequentando igrejas em seus momentos de reflexão.

O app foi criado em 2019, pelos britânicos Henry Costa e Ed Beccle, e nasceu com a proposta de unir rede social, aplicativo de música e meditação. Dentro do serviço, é possível encontrar abas para ler passagens bíblicas, escutar músicas cristãs, meditar com guias espirituais e até um diário, para que o usuário possa anotar suas experiências.

Por aqui, o app começou a ser testado no início do ano e já acumula mais de 100 mil downloads, sendo o País com mais usuários no mundo. Presente também na Europa e Estados Unidos, o Glorify soma cerca de 70 mil sessões diárias e 170 mil minutos de oração entre os adeptos.

"Nosso objetivo é construir uma ferramenta para que os cristãos tenham o hábito de se conectar com Deus diariamente, mesmo sem conseguir ir até uma igreja ou fazer parte de uma comunidade cristã. Isso se mostrou ainda mais necessário em um momento em que não é seguro sair de casa", explica Henry Costa, cofundador do Glorify. "O Glorify nasceu antes da pandemia, mas a pandemia certamente aumentou a necessidade do Glorify no mundo".

O boom dos apps de bem estar encontrou espaço durante a quarentena: no Brasil, aplicativos de saúde mental como o Vittude e o ZenClub viram seus números crescerem exponencialmente em 2020, com a ideia de usar a tecnologia para ajudar nos momentos de descanso, em diversas vertentes.

O Glorify aplica técnicas de aprendizado, como pequenos exercícios e interações distintas. O app é gratuito e está disponível nas lojas de aplicativo da Apple, para iPhone, e do Google, para celulares Android.

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Estadão
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