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Colômbia ordena que Uber melhore segurança de dados após violação de 2016

23 jul 2019
16h58
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O regulador de comércio da Colômbia deu nesta terça-feira prazo de quatro meses para o Uber melhorar sua segurança de dados, após uma violação de dados em 2016 afetar mais de 260 mil pessoas no país.

Motoristas de táxi protestas contra o Uber na Colômbia. 14/3/2016. REUTERS/ John Vizcaino
Motoristas de táxi protestas contra o Uber na Colômbia. 14/3/2016. REUTERS/ John Vizcaino
Foto: Reuters

No ano passado, a Uber concordou em pagar uma multa de 148 milhões de dólares em um acordo nos Estados Unidos por não divulgar a violação de dados em massa.

O acordo seguiu uma investigação de 10 meses sobre a violação, que expôs dados pessoais de cerca de 57 milhões de contas, incluindo 600 mil carteiras de motorista.

A Uber é popular na Colômbia, embora o governo diga que seu uso é ilegal. O país ainda não regulamentou serviços como os do Uber e disse que suspenderá por 25 anos as carteiras de motoristas flagrados trabalhando para a plataforma.

Daqueles cujos dados foram comprometidos pela violação, cerca de 267 mil são moram na Colômbia, disse a Superintendência da Indústria e Comércio em comunicado, acrescentando que o Uber terá quatro meses para mostrar que está protegendo os usuários de acesso fraudulento ou não autorizado a suas contas.

A empresa também deve desenvolver um protocolo para lidar com futuras violações de dados, treinar seu pessoal e colocar em prática um sistema de monitoramento permanente para determinar se as novas medidas são adequadas, disse o regulador.

O escritório do Uber na Colômbia disse que já mostrou às autoridades locais que "implementou várias melhorias tecnológicas para a segurança de nossos sistemas" desde 2016.

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