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Clubhouse na UTI: a última tentativa de ressuscitação

Rede social de salas de áudio soa entrar para história como maior one hit wonder da web.

20 nov 2021 07h30
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Clubhouse captou o aporte de mais de US$ 100 milhões em investimento
Clubhouse captou o aporte de mais de US$ 100 milhões em investimento
Foto: Reprodução

Em fevereiro de 2021, a plataforma de salas de bate-papos em áudio Clubhouse era o espaço mais hypado na web. Exclusivo de proprietários de iPhones (iOS) e aderente apenas na condição member-get-member (só por convites), a rede social atingiu US$ 4 bilhões (uns R$ 23 bilhões) de valor de mercado. Passados nove meses, a gestação do sucesso precoce parece ter ido para o beleléu.

Na tentativa de ainda viabilizar a plataforma, o Clubhouse (que agora é aberto para Android e geral) lança a possibilidade de gravação das conversas e apresentações em áudio.

Trata-se do velho debate do live streaming x on demand.

E mais: permite que os arquivos sejam republicados nas diversas outras redes. Redes essas, aliás, que uma vez alcançado o sucesso do Clubhouse lançaram as próprias salas de áudio (o que ajudou a fagocitar o pico inicial da queridinha dos iPhoners na época).

No auge da popularidade, o Clubhouse captou o aporte de mais de US$ 100 milhões em investimento e não gastou a grana ainda. Ou seja, tem mais lenha para queimar.

A dúvida é, caso essa iniciativa flope, se restará lareira onde depositar a lenha para manter alguma chama viva.

Acompanhemos.

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