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Apple One: 'pacotão' de assinaturas da Apple chega ao País a partir de R$ 26,50

Serviço terá três planos diferente, mas modalidade mais cara não estará disponível no Brasil; oferta inclui música, filmes, séries, jogos e armazenamento em nuvem

15 set 2020
15h09
atualizado às 19h54
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Além de anunciar novos modelos de Apple Watch e iPad nesta terça-feira, 15, a Apple também trouxe novidades no mundo dos serviços. Para os brasileiros, a principal delas é o Apple One, pacotão de assinaturas que junta os principais serviços da empresa. São três planos diferentes - e dois deles chegam no Brasil a partir de outubro, por preços a partir de R$ 26,50.

Com 50 gigabytes (GB) de armazenamento no iCloud e assinaturas de Apple Music (música), Apple TV+ (filmes e séries) e Apple Arcade (jogos), o plano Individual custará R$ 26,50.

Já o plano Família tem mais espaço no iCloud. Serão 200 GB, além de acesso aos outro serviços do plano individual, pelo custo mensal de R$ 37,50 ao mês.

No exterior, um terceiro nível de assinaturas também foi anunciado: o Premier, que dá ainda acesso ao serviço de conteúdo jornalístico Apple News+ e ao recém-anunciado Apple Fitness - além de 2 terabytes de espaço no iCloud. O plano, porém, não estará disponível no Brasil, provavelmente por conta dos acordos relacionados ao Apple News+.

O Apple One foi projetado para encorajar os clientes a assinarem mais serviços da Apple, o que irá gerar mais receita recorrente à empresa. É uma maneira também da empresa competir com a Amazon, que oferece em seu pacote de benefícios Amazon Prime serviços de streaming de vídeo e de música, bem como vantagens na hora de comprar produtos pela varejista.

Empresa também lança serviço de streaming de atividade física

Outra novidade da Apple na tarde desta terça-feira, 15, foi o Fitness+, um serviço de streaming voltado para quem pratica atividades físicas. Com treinos gravados de 10 modalidades diferentes, indo de corrida e yoga a bicicleta e remo, a plataforma mira em quem começou a praticar exercícios físicos em casa nos últimos meses, por conta da quarentena.

Lá fora, a assinatura mensal vai custar US$ 10 por mês, enquanto um plano anual poderá ser adquirido por US$ 80. Segundo o que a Apple mostrou no evento, o funcionamento do serviço é bastante parecido com outros apps de atividade física, como o da Nike (Nike Training Club).

As sessões do Fitness+ poderão ser sincronizadas entre o iPhone e o Apple Watch, com o usuário conseguindo ter informações sobre seu desempenho na sessão em tempo real. O principal diferencial do serviço é que, ao contrário de rivais, o aplicativo poderá incentivar o usuário se perceber que sua atividade está caindo de forma integrada com a sessão - para isso, dá-lhe análise de dados em tempo real e sistemas de inteligência artificial.

Para quem não está acostumado a fazer atividades físicas, o Fitness+ vai ter uma série de treinos de readaptação, para evitar contusões. A empresa afirma ainda que vai lançar novos planos toda semana e os treinos terão integração com o Apple Music, serviço de streaming de música da empresa. Aqui no Brasil, ainda não há previsão de estreia do serviço, nem quanto sua assinatura vai custar.

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Estadão
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