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Apple aposta em lojas físicas em reabertura de economias, diz executivo

24 jun 2021 12h26
| atualizado às 16h41
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A Apple está ampliando suas operações de varejo em um momento em que a economia dos Estados Unidos se recupera da pandemia, apostando que uma combinação de estratégias desenvolvidas antes e durante a epidemia de Covid-19 vai fazer suas lojas serem mais populares, afirmou um executivo da companhia.

Loja da Apple em Nova York, EUA 
16/10/2019
REUTERS/Mike Segar
Loja da Apple em Nova York, EUA 16/10/2019 REUTERS/Mike Segar
Foto: Reuters

Os guichês expressos que surgiram para ajudar os consumidores a retirarem seus produtos comprados online, por exemplo, serão permanentes nas mais de 500 lojas da Apple no mundo. Todas elas reabriram em 14 de junho.

"Estamos buscando neste momento uma forma de começar de novo e de começar de novo de todas as formas", disse Deirdre O'Brien, vice-presidente sênior da Apple para varejo.

A Apple cresceu na pandemia, atingindo 2 trilhões de dólares em valor de mercado em agosto de 2020 e registrando recordes de vendas de iPhones e de vários outros produtos.

Parte do sucesso da Apple no varejo em meio ao fechamento das lojas pelas medidas de isolamento social foi melhorar o processo de compra online e retirada em loja. Há tempos a estratégia de varejo da empresa tem sido encorajar os consumidores a irem em suas amplas lojas para tocarem e sentirem seus produtos.

Durante a pandemia, a Apple readequou muitas das lojas para terem pequenos balcões expressos para que os clientes possam retirar rapidamente os produtos, mas sem perder o contato com a empresa, que montou serviço de acompanhamento remoto para ajudar os clientes a configurarem seus dispositivos.

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