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Protesto "SOS Agro RS" organiza caravana e acampamento em Brasília

Movimento promove novas ações para pressionar o governo federal após enchentes no Rio Grande do Sul

19 ago 2024 - 11h07
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O movimento "SOS Agro RS" está se preparando para mais uma ação de protesto esta semana, com uma caravana e acampamento planejados em Brasília, em frente ao Congresso Nacional. A mobilização visa aumentar a pressão sobre o governo federal para obter maior suporte à categoria agrícola, após as severas enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul em maio.

Foto: Freepik / Porto Alegre 24 horas

Entre as principais reivindicações do setor estão a extensão do prazo para pagamento das dívidas para 15 anos, com um período de carência de três anos e uma taxa de juros anual de 3%. Além disso, o movimento solicita a concessão de mais créditos para a reconstrução, reinvestimento e capital de giro nas propriedades rurais.

A insatisfação com o governo federal também foi intensificada por declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante sua visita ao estado na sexta-feira (16). O presidente criticou os líderes do agronegócio e do comércio, qualificando-os de "grosseiros", "sectários" e "antigoverno".

Apesar das tensões, os representantes do agronegócio no Rio Grande do Sul pretendem realizar a manifestação de forma pacífica, seguindo o exemplo dos protestos anteriores, que ocorreram sem incidentes.

"Tratoraço" e protestos em Porto Alegre

No dia 8 de agosto, o movimento organizou um megaprotesto que culminou em um comboio de veículos agrícolas conhecido como "Tratoraço". A manifestação envolveu centenas de tratores e caminhões que percorreu rodovias federais e principais avenidas de Porto Alegre, gerando congestionamentos significativos.

Os veículos foram estacionados no entorno do Parque Harmonia, onde a manifestação ocorreu no centro de eventos Casa do Gaúcho. O governador Eduardo Leite participou do ato e reiterou a necessidade de soluções federais mais eficazes para a recuperação do setor, afetado pelas enchentes e estiagem.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reconheceu a legitimidade do protesto e garantiu que o governo está disposto a tomar as medidas necessárias para auxiliar na reconstrução das vidas dos produtores.

Na sexta-feira passada (16), o movimento também mobilizou comerciantes, com protestos em diversas cidades gaúchas, incluindo o fechamento temporário de lojas. Estima-se que pelo menos 300 das 497 cidades do estado participaram de alguma forma.

Porto Alegre 24 horas
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