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Polícia chinesa leva presidente e CEO do HNA sob suspeitas criminais

25 set 2021 13h20
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O grupo chinês HNA, outrora um dos conglomerados mais ativos em aquisições no país, disse na sexta-feira que seu presidente e executivo-chefe haviam sido levados pela polícia, suspeitos de terem cometido crimes.

A empresa, colocada em recuperação judicial em fevereiro, afirmou em um comunicado em sua conta oficial no WeChat que havia sido notificada pela polícia em sua província natal de Hainan, sul da China, que o presidente Chen Feng e o CEO, Tan Xiangdong, haviam sido levados.

"As operações do grupo HNA e suas empresas estão estáveis e em ordem, e a falência e o trabalho de reestruturação estão progredindo tranquilamente, de acordo com a lei", disse a empresa.

Um outro comunicado do HNA na sexta-feira disse que os membros do Partido Comunista da empresa haviam sido informados em uma reunião que a polícia havia levado Chen e Tan. Os participantes foram incentivados a fortalecer a liderança do partido no HNA.

Na década de 2010, o Grupo HNA, cujos principais negócios são a companhia aérea Hainan Airlines, usou uma onda de aquisições globais, geralmente alimentada por dívidas, para construir um império com ações em negócios como o Deutsche Bank ao Hilton Worldwide.

Mas os seus gastos atraíram a atenção do governo chinês e de órgãos reguladores de outros países. As preocupações sobre as dívidas cresceram, e a empresa vendeu ativos como a empresa de serviços de aeroporto Swissport e a distribuidora de eletrônicos Ingram Micros para focar em seus negócios de companhia aérea e turismo.

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