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Gilmar diz que reajuste no STF não trará aumento de despesas

Ministro defendeu o fim do auxílio-moradia e demais benefícios; reajuste de 16,38% deve respingar em todos os setores do funcionalismo

12 nov 2018
22h44
atualizado em 13/11/2018 às 07h52
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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu na noite desta segunda-feira (12) o reajuste de 16,38% nos salários dos magistrados da Corte, mediante também o debate sobre o fim do auxílio-moradia. Para Gilmar, o reajuste é constitucional e se aplica na emenda que estabelece o teto de gastos.

"Quando nós encaminhamos a questão do reajuste, houve um entendimento que também haveria a queda do auxílio-moradia e de outros penduricalhos. Esta foi a orientação e creio que será esta a orientação a ser seguida", afirmou.

O ministro do STF Gilmar Mendes
O ministro do STF Gilmar Mendes
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil / Estadão Conteúdo

"O fato é que não haverá aumento de despesas. Nós vamos ter de nos adaptar. Estamos cumprindo rigorosamente a Constituição", acrescentou o ministro, durante lançamento da segunda edição do livro Comentários à Constituição do Brasil, do qual é coautor.

Sobre a possibilidade da queda do auxílio-moradia não compensar o reajuste, Gilmar limitou-se a dizer que esta é uma questão "complexa".

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Estadão
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