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A China não se vê como um país, mas uma civilização 

As fronteiras políticas da China nunca foram civilizacionais e o confucionismo, que influi até hoje no governo chinês, faz com que o país se veja de um lado e, do outro, os bárbaros. "A China se sente como um conceito", afirma o diplomata Fausto Godoy, coordenador do Núcleo de Estudos e Negócios Asiáticos da ESPM e ex-conselheiro na Embaixada do Brasil em Pequim. 

Estadão Conteúdo
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