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UE anuncia mais 500 milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia

Anúncio é feito em reunião de ministros do G7 na Alemanha

13 mai 2022 16h52
| atualizado às 18h32
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A União Europeia (UE) fornecerá mais 500 milhões de euros em ajuda militar para a Ucrânia, informou o Alto Comissário para a Política Externa do bloco, Josep Borrell, à margem da reunião do G7 na Alemanha, nesta sexta-feira (13).

Anúncio é feito em reunião de ministros do G7 na Alemanha
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Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"A UE fará uma contribuição adicional de 500 milhões de euros à Ucrânia para financiar a compra de armas", disse ele, especificando que o dinheiro será utilizado para comprar "tanques, munições, blindados, artilharias pesadas e tudo o que é necessário para combater esta guerra".

Desta forma, a UE contribuirá com um total de 2 bilhões de euros para combater a guerra russa na Ucrânia. "Tenho certeza de que deste G7, o sétimo desde o início da guerra, virá uma mensagem forte, que é sempre a mesma: mais apoio à Ucrânia, inclusive militar", acrescentou Borrell.

De acordo com a ministra britânica das Relações Exteriores, Liz Truss, os países devem "manter a pressão sobre a Rússia e continuar a fornecer armas à Ucrânia".

Na reunião, os ministros do G7 apoiaram o fornecimento de mais ajuda e armas ao governo de Volodymyr Zelensky, decisão classificada pela Alemanha como um "poderoso sinal de unidade" para intensificar o isolamento mundial da Rússia.

Segundo Borrell, "o caminho diplomático para alcançar um cessar-fogo na Ucrânia não existe, não porque os parceiros não o queiram, mas porque [Vladimir] Putin foi claro como cristal".

"Ele não quer parar a guerra porque tem objetivos militares e até alcançá-los vai continuar lutando", acrescentou o chefe da Política Externa da UE.

Por fim, Borrell disse estar confiante de que um embargo da UE ao petróleo russo possa ser acordado nos próximos dias.

"Devemos desistir da dependência do petróleo bruto de Moscou, se não houver acordo no nível dos embaixadores, os chanceleres, na próxima segunda-feira, terão que dar um novo impulso político e eu farei minha parte", concluiu.

Ansa - Brasil   
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