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Ucrânia e Rússia fazem maior troca de prisioneiros da guerra

Entre os 144 ucranianos, 95 estavam na defesa de Azovstal

29 jun 2022 - 14h51
(atualizado às 15h06)
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A Ucrânia e a Rússia anunciaram nesta quarta-feira (29) a maior troca de prisioneiros desde o início da guerra, ocorrido em fevereiro. Foram 144 soldados de cada lado que puderam retornar para suas pátrias.

Defensores de Azovstal se renderam por ordem de Kiev em maio
Defensores de Azovstal se renderam por ordem de Kiev em maio
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"A Inteligência ucraniana informa que foram liberados 144 soldados na maior troca com Moscou até hoje. Entre eles, estão 95 defensores de Azovstal", publicou em mensagem no Telegram uma agência ligada ao Ministério da Defesa.

O complexo siderúrgico Azovstal foi o último reduto ucraniano em Mariupol, uma cidade portuária devastada pelos ataques russos. O local caiu nas mãos de Moscou em 18 de maio depois que os últimos defensores se renderam por ordem de Kiev. Além de militares das forças nacionais, a área era defendida pelo Batalhão Azov, uma milícia de extrema-direita.

A única informação adicional dada pelos ucranianos foi a de que os prisioneiros de Azovstal são pessoas que estão "gravemente feridas", mas não houve detalhes de como a troca foi feita e nem quando.

Do lado russo, os 144 libertados eram membros de milícias separatistas de Donetsk, que lutam com a Rússia por independência da Ucrânia.

Esse é o segundo anúncio de troca de soldados nesta semana. Na terça-feira (28), foram 34 os militares que retornaram, sendo metade para Kiev e metade para Moscou. .
   

Ansa - Brasil   
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