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Suíça investiga hipótese de terrorismo em ataque em Lugano

Mulher feriu duas pessoas em loja no centro da cidade

25 nov 2020
08h06
atualizado às 09h07
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A Suíça investiga a hipótese de terrorismo no ataque que deixou duas mulheres feridas em uma loja no centro de Lugano na última terça-feira (24).

Ataque ocorreu em unidade da Manor, maior rede de lojas de departamento da Suíça
Ataque ocorreu em unidade da Manor, maior rede de lojas de departamento da Suíça
Foto: EPA / Ansa - Brasil

A agressora é uma suíça de 28 anos e já era conhecida da Polícia Federal. Em mensagem no Twitter, a corporação afirmou que a mulher já havia aparecido em uma investigação sobre jihadismo em 2017.

Segundo a reconstrução do caso, a agressora tentou estrangular uma mulher com suas próprias mãos e depois esfaqueou outra no pescoço. Ela foi contida por um casal de clientes da loja e depois presa pela polícia.

"A situação é extremamente séria", disse Norman Gobbi, governador do Ticino, o cantão de língua italiana da Suíça e cuja maior cidade é Lugano.

O país ainda não sofreu nenhum ataque jihadista de grandes proporções, mas já foi palco de diversos pequenos incidentes nos últimos anos. Além disso, dois suíços de 18 e 24 anos foram presos perto de Zurique por supostas ligações com o autor do atentado que matou quatro pessoas em Viena no início de novembro.

Em seu perfil no Twitter, o chanceler da Áustria, Sebastian Kurz, condenou o "ataque islamita" em Lugano e disse que está ao lado da Suíça "nestas horas difíceis". "Vamos dar uma resposta conjunta ao terrorismo islâmico na Europa e defender nossos valores", acrescentou.

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Ansa - Brasil   
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