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Reino Unido vai prometer mais de US$400 mi para OMS e pede união entre países

25 set 2020
20h44
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O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, irá prometer no sábado um aumento de 30% no financiamento para a Organização Mundial da Saúde, ao mesmo tempo em que pedirá reformas ao órgão global de saúde e uma retomada da cooperação transfronteiriça para acabar com "desavenças desagradáveis".

Premiê britânico, Boris Johnson 
23/09/2020
REUTERS/Peter Nicholls
Premiê britânico, Boris Johnson 23/09/2020 REUTERS/Peter Nicholls
Foto: Reuters

Em discurso gravado para a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas, Johnson dirá que a pandemia de Covid-19 aumentou as barreiras ao comércio.

Ele também apresentará um plano de cinco pontos para melhorar a resposta internacional a futuras pandemias.

"Após nove meses lutando contra a Covid, a própria noção de comunidade internacional parece esfarrapada", dirá ele, segundo trechos antecipados por seu gabinete.

"A menos que nos unamos e voltemos nosso fogo contra nosso inimigo comum, sabemos que todos perderão. Agora é a hora, portanto ... para a humanidade cruzar as fronteiras e reparar essas 'desavenças desagradáveis'."

O plano do premiê inclui uma rede global de centros de pesquisa, mais capacidade de fabricação de vacinas e um acordo para reduzir as tarifas de exportação impostas no início da pandemia de Covid-19.

Johnson também anunciará 340 milhões de libras (433,23 milhões de dólares) em financiamento para a OMS ao longo de quatro anos -- um aumento de 30% em relação ao compromisso anterior.

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