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Rebeliões em presídios no Equador deixam pelo menos 62 mortos

23 fev 2021
19h54
atualizado às 20h48
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Pelo menos 62 pessoas morreram em rebeliões em três presídios no Equador, em ações descritas pelo governo nesta terça-feira como um ato orquestrado por organizações criminosas.

Presidente do Equador, Lenin Moreno, reage na chuva em Guayaquil
 20/1/2021   REUTERS/Santiago Arcos
Presidente do Equador, Lenin Moreno, reage na chuva em Guayaquil 20/1/2021 REUTERS/Santiago Arcos
Foto: Reuters

O presidente Lenin Moreno tem tentado controlar a violência prisional no país andino, declarando o sistema prisional em estado de emergência, devido aos frequentes confrontos entre gangues de criminosos.

"No momento a perícia está reportando mais de 50 (presos) mortos", disse a polícia em sua conta do Twitter, sem dar mais detalhes. 

Atos violentos entre detentos foram registrados em prisões localizadas nas províncias de Guayas, Azuay e Cotopaxi. O governo disse que a rebelião na prisão de Guayas foi controlada. 

O ministro de Governo, Patricio Pazmiño, atribuiu os incidentes a "uma ação orquestrada por organizações criminosas para gerar violência nas prisões do país".

Pazmino também afirmou que o governo e a polícia estão tomando medidas para retomar o controle.

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