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Profissionais de saúde da Indonésia apelam à população para tomar vacina contra Covid

14 jan 2021
10h24
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Trabalhadores de saúde em uma clínica de Jacarta fizeram um apelo na quinta-feira para que os indonésios tomem a vacina contra Covid-19 ao iniciar uma campanha de vacinação no quarto país mais populoso do mundo.

A doctor receives a dose of the Sinovac's vaccine as Indonesia begins mass vaccination for the coronavirus disease (COVID-19), at a hospital in Pekanbaru, Riau province, Indonesia, January 14, 2021 in this photo taken by Antara Foto.  Antara Foto/Nova Wahyudi/ via REUTERS  ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY. MANDATORY CREDIT. INDONESIA OUT.
A doctor receives a dose of the Sinovac's vaccine as Indonesia begins mass vaccination for the coronavirus disease (COVID-19), at a hospital in Pekanbaru, Riau province, Indonesia, January 14, 2021 in this photo taken by Antara Foto. Antara Foto/Nova Wahyudi/ via REUTERS ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY. MANDATORY CREDIT. INDONESIA OUT.
Foto: Reuters

A Indonésia enfrenta um dos piores surtos de coronavírus na Ásia e, nos últimos dias, relatou recorde de casos, com o total de infecções agora em 869.000 e mortes chegando a 25.000.

O presidente Joko Widodo recebeu na quarta-feira a primeira injeção da vacina fornecida pela chinesa Sinovac Bitoech, a CoronaVac, para iniciar uma campanha para inocular dois terços da população de 270 milhões do país.

"É melhor ser vacinado porque pode ajudar a nós, os profissionais de saúde", disse Tri Ardhyanti, farmacêutico do Centro de Saúde Pública Cilandak em Jacarta, onde mais de 60 profissionais de saúde foram vacinados no primeiro dia.

O ceticismo em relação às vacinas é um desafio adicional para a Indonésia em seu plano de vacinar mais de 180 milhões de pessoas nos próximos 15 meses.

Uma pesquisa de dezembro mostrou que apenas 37% dos indonésios estavam dispostos a ser vacinados, enquanto 40% considerariam e 17% recusariam.

Luky Satria, obstetra de 49 anos, disse que as vacinas só serão eficazes se o público as tomar.

"Estamos exaustos e cansados da Covid-19 que não parece estar terminando. O programa de vacinação tem que ser ampliado - algumas pessoas não podem tomar, algumas rejeitam", afirmou Luky.

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