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Presidente da França anuncia reabertura de comércios no sábado

Macron afirmou que país conseguiu conter pico da 2ª onda

24 nov 2020
17h09
atualizado às 17h39
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O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta terça-feira (24) que o país conseguiu conter a circulação do novo coronavírus Sars-CoV-2 e irá afrouxar as medidas restritivas impostas para evitar a segunda onda da pandemia.

Loja de departamento com vitrine com enfeites de Natal em Paris
Loja de departamento com vitrine com enfeites de Natal em Paris
Foto: EPA / Ansa - Brasil

Com isso, a partir do próximo sábado (28), todas as lojas e livrarias serão reabertas. Nesta fase, a autocertificação para saída continuará em vigor, mas os franceses poderão se locomover sem apresenta-la até 20km da própria casa.

A partir de 15 de dezembro, porém, a comprovação deixará de ser obrigatória e o bloqueio dará lugar a um toque de recolher das 21h às 7h da manhã seguinte.

Macron garantiu que "o pico da segunda onda passou" e agradeceu todos os franceses pela "civilidade". "Nossos esforços, seus esforços, valeram a pena", afirmou.

Segundo o líder francês, os cidadãos do país poderão passar o Natal "com a família", mas não será um feriado como os outros. Bares, restaurantes e academias serão reabertos a partir de 20 de janeiro, caso as infecções estejam abaixo de 5 mil por dia.

Já em relação à inauguração das estações de esqui na França, Macron explicou que "está em curso uma consulta com o governo e também com países vizinhos", como a Itália.

"Parece-me impossível imaginar uma abertura para as férias. Será melhor orientar-se para uma reabertura durante o mês de janeiro", acrescentou.

O anúncio das novas medidas ocorre no dia em que a França, um dos países mais afetados pela pandemia de Covid-19, ultrapassou a marca de 50 mil mortes desde o início da emergência sanitária, de acordo com o serviço de saúde local.

A expectativa é de que a vacinação contra o novo coronavírus comece na França entre o final de dezembro e o início de janeiro, conforme revelado pelo chefe de Estado, que especificou que a imunização "não será obrigatória".

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