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Síria: sobe para 379 o número de mortos nos bombardeios a Aleppo

Entre os mortos há 108 crianças, 34 mulheres e 30 combatentes da oposição, que morreram desde o início da ofensiva do Exército sírio em 15/12

24 dez 2013
10h57
atualizado às 12h08
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Pelo menos 379 pessoas morreram em Aleppo e em sua periferia, no norte da Síria, nos últimos nove dias em bombardeios das forças do regime, que usam barris com explosivos, segundo o último balanço de vítimas divulgado nesta terça-feira pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos. Entre os mortos desde 15 de dezembro há 108 crianças, 34 mulheres e 30 combatentes da oposição. Somente hoje, pelo menos 15 pessoas - sendo três, crianças e uma, mulher - perderam a vida em um ataque aéreo do regime contra o bairro de Al Sukari em Aleppo.

Imagem do Aleppo Media Center (AMC) mostra prédio destruído durnate bombardeio aéreo no bairro de Masaken Hanano, um bairro oposicionista da cidade de Aleppo
Imagem do Aleppo Media Center (AMC) mostra prédio destruído durnate bombardeio aéreo no bairro de Masaken Hanano, um bairro oposicionista da cidade de Aleppo
Foto: AMC / AP

A organização, com sede em Londres e uma ampla rede de ativistas no local, fez um apelo à comunidade internacional e à ONU para que atuem imediatamente para deter "as mortes indiscriminadas de civis". O OSDH advertiu que, se não reagirem, serão "cúmplices nos massacres diários na Síria, especialmente em Aleppo e em seus arredores".

A Coalizão Nacional Síria (CNFROS), principal aliança política opositora, ameaçou ontem não comparecer à conferência de paz de Genebra, prevista para 22 de janeiro, se continuarem os bombardeios do regime. A CNFROS tomou a medida depois que o Observatório revelou que pelo menos 301 pessoas morreram em Aleppo e em seus arredores na semana anterior.

EFE   

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