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Nova Zelândia: Premiê promete revisar leis após ataques

15 mar 2019
20h47
atualizado às 21h06
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A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, prometeu nesta sexta-feira revisar as leis de armas do país, depois que ao menos um atirador atacou fiéis em duas mesquitas, deixando 49 mortos e 42 feridos.

O ataque, descrito como terrorista pela primeira-ministra, foi o pior caso de homicídio em massa a acontecer na Nova Zelândia fora de períodos de guerra, e o país elevou seu nível de ameaça de segurança ao máximo.

Primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, faz pronunciamento na TV
15/03/2019
TVNZ/via REUTERS
Primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, faz pronunciamento na TV 15/03/2019 TVNZ/via REUTERS
Foto: Reuters

Policiais armados foram mobilizados em diversos locais em todas as cidades neozelandesas, uma medida incomum em um país onde os níveis de violência armada são baixos.

A polícia disse que três pessoas estão sob custódia, incluindo um homem de 20 e tantos anos acusado de homicídio. Ele irá comparecer a um tribunal no sábado. A polícia não identificou nenhum outro suspeito.

Ardern disse que o principal atirador usou cinco armas durante o ataque, incluindo duas semiautomáticas e duas espingardas, que ele tinha autorização legal para possuir.

"Eu posso dizer uma coisa a vocês agora, nossas leis sobre armas irão mudar", disse Ardern a repórteres.

O suspeito acusado de homicídio é um cidadão australiano que passava muito tempo viajando no exterior e estava apenas esporadicamente na Nova Zelândia, disse Ardern.

Nenhum dos detidos tinha antecedentes criminais ou estava em qualquer lista de observação na Nova Zelândia ou na Austrália.

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