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Khamenei diz que Irã deveria desistir de ajuda da Europa contra sanções dos EUA

26 set 2019
11h16
atualizado às 11h22
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O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse nesta quinta-feira que é improvável que países da Europa ajudem sua nação contra as sanções dos Estados Unidos, e que a República Islâmica "deveria perder toda a esperança" a esse respeito, segundo seu site oficial.

Khamenei em discurso em evento em Teerã
17/09/2019
Website oficial/REUTERS
Khamenei em discurso em evento em Teerã 17/09/2019 Website oficial/REUTERS
Foto: Reuters

Reino Unido, França e Alemanha, signatários do acordo nuclear de 2015 com o Irã, tentaram criar um mecanismo comercial para trocar bens humanitários e alimentares com o Irã depois que os EUA se retiraram do acordo no ano passado e reativaram sanções, mas o mecanismo ainda não está em operação.

O Irã vem repetindo que intensificará suas atividades nucleares a menos que os países europeus façam mais para proteger a economia do país do impacto das sanções dos EUA.

"Apesar de suas promessas, os europeus praticamente aderiram às sanções da América, não adotaram nenhuma ação e dificilmente farão algo pela República Islâmica no futuro. Então se deveria perder toda a esperança nos europeus", disse Khamenei, segundo uma citação.

"Não deveria haver confiança em países que hastearam a bandeira da hostilidade ao sistema islâmico (do Irã), liderados pelos Estados Unidos e alguns países europeus, porque são abertamente hostis ao povo iraniano", disse Khamenei.

"O caminho para a interação e as negociações está aberto a todos os países que não sejam a América e o regime sionista (Israel)", disse Khamenei a membros de um organismo clerical poderoso.

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