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Itália tem mais 7.975 casos e 65 mortes por Covid

29 nov 2021 14h09
| atualizado às 14h18
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A Itália registrou nesta segunda-feira (29) mais 7.975 casos e 65 mortes na pandemia de Covid-19, de acordo com boletim do Ministério da Saúde.

Protesto contra certificado sanitário em Roma, capital da Itália, em 15 de outubro
Protesto contra certificado sanitário em Roma, capital da Itália, em 15 de outubro
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Com isso, o total de contágios já diagnosticados no país subiu para 5.015.790, enquanto o de óbitos chegou a 133.739.

A média móvel de casos em sete dias aumentou pela 27ª vez consecutiva e atingiu 11.961, alta de 60% na comparação com duas semanas atrás, enquanto a de mortes oscilou de 71 para 70, cifra 24% maior do que há 14 dias.

A Itália também soma quase 4,7 milhões de curados e 189.643 casos ativos, maior valor desde 6 de junho (192.272). Até o momento, 84,5% do público-alvo (pessoas a partir de 12 anos) está totalmente vacinado, porém 6,6 milhões de indivíduos aptos a se imunizar não tomaram sequer a primeira dose.

O recrudescimento da pandemia já fez o governo de Mario Draghi antecipar para 1º de dezembro o início da dose de reforço da vacina para todos os adultos.

Além disso, entre 6 de dezembro e 15 de janeiro, pessoas que não tenham se vacinado nem se curado recentemente da Covid não poderão entrar em áreas cobertas de bares e restaurantes, casas noturnas, shows e eventos esportivos.

Já nesta segunda-feira, os prefeitos do país pediram para o governo Draghi restabelecer o uso obrigatório de máscaras ao ar livre em todo o território nacional, também entre 6 de dezembro e 15 de janeiro. Atualmente, essa restrição é válida apenas na região de Friuli Veneza Giulia.

"São os dias de Natal, quando, pelas compras e pela vontade de estarmos juntos, existe em nossas cidades uma maior possibilidade de aglomerações", afirmou o prefeito de Bari e presidente da associação dos municípios da Itália, Antonio Decaro.

Devido à nova variante Ômicron, o governo também proibiu a entrada de viajantes que tenham transitado por África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Moçambique, Namíbia e Zimbábue nos 14 dias anteriores à chegada na Itália.

Ansa - Brasil   
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