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Itália reduz intervalo da dose de reforço para 5 meses

A decisão entrará em vigor a partir da próxima quarta-feira (24) e será válida independentemente da vacina utilizada anteriormente.

22 nov 2021 17h38
| atualizado às 17h53
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A Comissão Técnico-Científica (CTS) da Agência Italiana de Medicamentos (Aifa) autorizou nesta segunda-feira (22) a redução intervalo da dose de reforço da vacina contra a Covid-19 para cinco meses após o esquema vacinal completo.
   

Ampolas da vacina chinesa Coronavac
Ampolas da vacina chinesa Coronavac
Foto: EPA / Ansa - Brasil


    "O intervalo mínimo previsto para a administração da dose de "reforço" com vacina m-RNA, para as categorias paras as quais já é recomendado, incluindo todos os indivíduos vacinados com a dose única da vacina Janssen, e nas dosagens autorizadas, é atualizado para cinco meses (150 dias) a partir da conclusão do esquema primário de vacinação", diz o texto do Ministério da Saúde.
    A medida foi aprovada "numa perspectiva de máxima precaução, considerando o aumento da circulação viral e também com base no que foi estabelecimento em outros países".
    Segundo o CTS, "pode considerar-se adequado uma antecipação da dose de reforço a partir de cinco meses após a conclusão do ciclo de vacinação primária".
    "O reforço da dose é fundamental para melhor proteger a nós e a quem nos rodeia. Após o último parecer da Aifa será possível fazer cinco meses após completar o primeiro ciclo", afirmou o ministro da Saúde da Itália, Roberto Speranza, em uma publicação no Facebook. "Vamos vacinar todos para sermos mais fortes".
    Atualmente, a Itália usa apenas as fórmulas de Moderna e Pfizer (ambas de mRNA) para a dose de reforço, que contempla apenas idosos com mais de 40 anos, trabalhadores de saúde e grupos de risco.

Ansa - Brasil   
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