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Hungria compra 2 milhões de doses de vacina russa

Sputnik V foi aprovada para uso emergencial no país

22 jan 2021
08h39
atualizado às 09h06
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A Hungria assinou um acordo para comprar 2 milhões de doses da vacina anti-Covid Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Pesquisa em Epidemiologia e Microbiologia e pelos ministérios da Saúde e da Defesa da Rússia.

Ampola da vacina russa anti-Covid Sputnik V
Ampola da vacina russa anti-Covid Sputnik V
Foto: EPA / Ansa - Brasil

O país é o primeiro Estado-membro da União Europeia a aprovar o uso emergencial do imunizante. Segundo o ministro húngaro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, as doses começarão a ser entregues "em até 30 dias".

Até o momento, de acordo com o portal Our World in Data, a Hungria já vacinou 138.584 pessoas, o que equivale a 1,43% de sua população.

A vacinação na UE acontece com os imunizantes da Pfizer, que atrasou entregas nesta semana por causa de uma readequação em sua fábrica na Bélgica, e da Moderna, que tem uma capacidade de produção menor.

Por conta disso, Estados-membros da UE têm registrado uma desaceleração de seus programas de imunização desde o último fim de semana. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) deve aprovar ainda neste mês a vacina de Oxford/AstraZeneca.

No entanto, o bloco fechou contratos relativos a imunizantes anti-Covid apenas com empresas de países ocidentais: Pfizer (EUA)/Biontech (Alemanha), Moderna (EUA), AstraZeneca (Reino Unido/Suécia), Janssen (Bélgica), Sanofi (França) e Curevac (Alemanha).

Também há negociações abertas com Novavax (EUA) e Valneva (França). Na última quarta (20), o fundo soberano da Rússia pediu à EMA autorização para uso emergencial da Sputnik V na União Europeia.

A vacina já está sendo utilizada na própria Rússia e em países como Argentina e Sérvia.  

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