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Helicóptero de presidente da Colômbia sofre ataque a balas

Ninguém ficou ferido no incidente, afirmou um porta-voz da Presidência do país

25 jun 2021 20h17
| atualizado às 20h50
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Helicóptero é atingido por balas 
 25/6/2021    Divulgação
Helicóptero é atingido por balas 25/6/2021 Divulgação
Foto: Reuters

Um helicóptero que transportava o presidente da Colômbia, Iván Duque, e outras autoridades, foi atingido por balas em um ataque nesta sexta-feira, 25, disse ele em uma mensagem de vídeo.

O incidente ocorreu enquanto o helicóptero do presidente voava pela região de Catatumbo, na Colômbia, em direção à cidade de Cúcuta, capital da província do Norte de Santander, segundo Duque.

"O que está claro é que este é um ataque covarde em que buracos de bala podem ser vistos na aeronave presidencial", disse Duque.

Além de Duque, o helicóptero transportava outras autoridades, incluindo o ministro da Defesa, Diego Molano, o ministro do Interior, Daniel Palacios e o governador do Norte de Santander, Silvano Serrano.

Ninguém ficou ferido no incidente, afirmou um porta-voz da Presidência.

Presidente da Colômbia, Iván Duque, durante entrevista à Reuters em Bogotá
REUTERS/Luisa Gonzalez
Presidente da Colômbia, Iván Duque, durante entrevista à Reuters em Bogotá REUTERS/Luisa Gonzalez
Foto: Reuters

O departamento de segurança recebeu instruções claras para encontrar os responsáveis pelo ataque ao helicóptero, acrescentou o presidente.

A problemática região de Catatumbo, na fronteira da Colômbia com a Venezuela, é lar de extensas plantações de coca, o principal ingrediente da cocaína. É onde operam guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN), ex-combatentes das Farc que rejeitam um acordo de paz de 2016 com o governo, juntamente com grupos criminosos armados envolvidos no tráfico de drogas.

Neste mês, um carro-bomba foi detonado em uma base militar usada pela 30ª Brigada do Exército em Cúcuta, ferindo soldados colombianos e conselheiros militares dos Estados Unidos.

Molano disse que o ataque poderia ter sido executado pelo ELN, mas o grupo rebelde negou ter qualquer participação no ataque com carro-bomba.

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