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Governadora de Hong Kong ameaça pedir ajuda à China

Segundo Carrie Lam, "nenhuma opção pode ser excluída"

8 out 2019
09h30
atualizado às 09h44
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A governadora de Hong Kong, Carrie Lam, ameaçou nesta terça-feira (8) pedir ajuda militar à China para combater os protestos que sacodem o território há cerca de cinco meses.

Manifestantes exigem a renúncia da governadora Carrie Lam
Manifestantes exigem a renúncia da governadora Carrie Lam
Foto: EPA / Ansa - Brasil

Em uma coletiva de imprensa, Lam foi questionada por um jornalista sobre qual seria o nível de desordem que a faria solicitar auxílio de Pequim para devolver a calma à cidade.

"Sinto fortemente que devemos encontrar as soluções sozinhos, e essa também é a posição do governo central, mas, se a situação se tornar péssima, nenhuma opção poderá ser excluída", disse, sem explicar quais condições a levariam a recorrer à China.

Segundo ela, as manifestações em Hong Kong não são mais um "movimento pacífico pela democracia". Os protestos tiveram início em junho, em função de uma lei que autorizava a extradição de cidadãos do território para a China continental, mas continuaram mesmo após a revogação do projeto.

Os manifestantes pedem agora a renúncia de Lam, uma investigação sobre o abuso de poder por parte das forças de segurança e eleições livres em Hong Kong. O território foi entregue pelo Reino Unido à China em 1997, com o princípio de "um país, dois sistemas", e possui um status semiautônomo.

Ansa - Brasil   
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