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Líbia proíbe a entrada de palestinos, sírios e sudaneses

Cidadãos desses países estariam envolvidos com grupo terroristas que vem atacando o exército na cidade de Benghazi

5 jan 2015 12h30
| atualizado às 13h00
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Forças pró-governo da Líbia miram suas armas durante confrontos com os revolucionários líbios, uma aliança formada por  antigos rebeldes anti-Kaddafi, em Benghazi, em 28 de dezembro
Forças pró-governo da Líbia miram suas armas durante confrontos com os revolucionários líbios, uma aliança formada por antigos rebeldes anti-Kaddafi, em Benghazi, em 28 de dezembro
Foto: Esam Omran Al-Fetori / Reuters

O governo líbio reconhecido pela comunidade internacional anunciou nesta segunda-feira que proibiu a entrada em seu território de cidadãos sírios, palestinos e sudaneses por razões de segurança.

A decisão foi tomada pelo ministro do Interior do governo, que controla apenas algumas zonas do leste e oeste do país. O motivo desta decisão é que há informações de que "cidadãos desses países estão envolvidos com grupos terroristas em ataques contra o exército e as forças policiais em Benghazi e em cidades do oeste".

A proibição de ter acesso ao território por via marítima, terrestre ou aérea será aplicada até nova ordem, segundo o gabinete do ministro Omar al Sankio.

O governo decidiu, por outro lado, não conceder vistos a cidadãos malteses sem um consentimento prévio dos serviços de segurança, depois de receber informações de que alguns deles estariam fornecendo ajuda logística às milícias de Fajr Libya, uma coalizão integrada principalmente por islamitas da cidade de Misrata.

A Líbia está mergulhada no caos desde a queda do ditador Muamar Kadhafi em 2011.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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